Risco de liquidez: por que este tema é relevante para MPEs?

Marcos Favero • 24 de fevereiro de 2025

O risco de liquidez é um dos principais desafios enfrentados pelas Micro e Pequenas Empresas (MPEs). A falta de capital disponível pode comprometer a continuidade das operações, dificultando o pagamento de fornecedores, funcionários e outras despesas essenciais. 


Muitas MPEs enfrentam dificuldades financeiras não por falta de demanda, mas por problemas na gestão do fluxo de caixa e na conversão de ativos em dinheiro rapidamente. 


Pensando nisso, preparamos um artigo para explorar o conceito de risco de liquidez, seus impactos e estratégias eficazes para minimizar esse problema e garantir a sustentabilidade financeira do negócio.


O que é risco de liquidez?

O risco de liquidez refere-se à incapacidade de uma empresa de cumprir suas obrigações financeiras no curto prazo devido à falta de ativos líquidos. 


Ele ocorre quando a empresa não consegue converter rapidamente seus ativos em dinheiro sem uma perda significativa de valor ou quando não tem acesso a recursos financeiros suficientes para cobrir suas despesas imediatas.


O problema afeta a capacidade operacional da MPE, podendo levar a atrasos no pagamento de fornecedores, dificuldades em obter novos empréstimos e, em casos mais graves, falência. 


A falta de liquidez pode surgir de fatores internos, como má gestão financeira, ou externos, como crises econômicas.


Esse risco pode ser dividido em dois tipos principais:


  • Risco de liquidez de mercado: que surge quando a empresa possui ativos que não podem ser vendidos rapidamente sem perda de valor substancial.
  • Risco de liquidez de financiamento: risco relacionado à dificuldade de obter novos empréstimos ou recursos financeiros a tempo de cobrir obrigações iminentes.


Uma MPE que prioriza uma gestão eficiente da liquidez consegue garantir a estabilidade financeira do seu negócio e evitar situações de inadimplência ou falência. 


Exemplos de risco de liquidez

  • Atraso no recebimento de clientes: empresas que dependem de pagamentos a prazo podem enfrentar dificuldades para cobrir custos operacionais.
  • Baixa disponibilidade de caixa: quando a empresa não possui reservas financeiras emergenciais suficientes para cobrir despesas urgentes.
  • Endividamento excessivo: empresas que assumem muitas dívidas sem planejamento podem sofrer com a falta de recursos para honrar seus compromissos.


Como medir o risco de liquidez?

Para medir o risco de liquidez corretamente, é necessário acompanhar indicadores financeiros que mostram a capacidade do negócio de honrar seus compromissos no curto e longo prazo. Algumas das principais métricas incluem:


Índice de liquidez corrente

Mede a capacidade da empresa de pagar suas dívidas de curto prazo com seus ativos circulantes. É calculado pela fórmula:

Liquidez Corrente = Ativo Circulante / Passivo Circulante

Um índice acima de 1 indica que a empresa possui ativos suficientes para cobrir suas obrigações imediatas.


Índice de liquidez seca

Semelhante ao índice de liquidez corrente, mas exclui os estoques, pois eles podem não ser convertidos em dinheiro rapidamente. A fórmula é:

Liquidez Seca = (Ativo Circulante - Estoques) / Passivo Circulante

Esse indicador oferece uma visão mais conservadora da liquidez da empresa.


Fluxo de caixa operacional

Mede a quantidade de dinheiro gerada pelas operações da empresa, mostrando se o negócio consegue sustentar suas atividades sem depender de financiamentos externos.

Fluxo de Caixa Operacional = Receita Operacional - Despesas Operacionais

Um fluxo de caixa positivo indica que a empresa está gerando mais dinheiro do que gastando.


Além dessas métricas, é importante realizar projeções financeiras, analisar os prazos médios de recebimento e pagamento e monitorar a dependência de empréstimos. Dessa forma, a empresa pode antecipar problemas e adotar estratégias para minimizar o risco de liquidez.


Por que entender o risco de liquidez é tão fundamental para MPEs?

As MPEs, por possuírem menor acesso a crédito e capital de giro limitado, estão mais vulneráveis ao risco de liquidez. Compreender esse conceito é essencial para evitar dificuldades financeiras e garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo.


Como fazer o gerenciamento do risco de liquidez

Gerenciar o risco de liquidez exige um planejamento financeiro sólido e a adoção de estratégias para manter a empresa preparada para imprevistos. Algumas das principais ações para minimizar esse risco incluem:


  • Elaboração de um fluxo de caixa eficiente, para monitorar de forma constante as entradas e saídas de dinheiro, projetando cenários para evitar surpresas financeiras;
  • Negociação de prazos com fornecedores e clientes, ajustando prazos de pagamento e recebimento para manter um equilíbrio financeiro, garantindo que os recursos estejam disponíveis quando necessário;
  • Diversificação das fontes de receita, reduzindo a dependência de poucos clientes ou produtos e ajudando a manter um fluxo de caixa mais previsível e resistente a oscilações do mercado;
  • Construção de uma reserva de emergência, para manter um fundo de segurança que consiga cobrir despesas inesperadas e períodos de baixa receita;
  • Acesso a linhas de crédito estratégicas, uma vez que estar preparado com opções de crédito pré-aprovadas pode ser essencial para cobrir necessidades financeiras urgentes sem comprometer a operação da empresa;
  • Redução de custos operacionais, identificando e eliminando gastos desnecessários para melhorar a liquidez e a eficiência financeira do negócio.


Como se proteger do risco de liquidez?

Para evitar problemas de liquidez e garantir a estabilidade financeira do negócio, as MPEs devem adotar medidas preventivas e estratégias inteligentes de gestão financeira. A manutenção de um planejamento financeiro rigoroso, por exemplo, consegue monitorar constantemente as receitas, despesas e projeções financeiras para evitar surpresas.


A utilização de ferramentas de gestão financeira, como softwares de controle financeiro também ajudam a acompanhar o fluxo de caixa, otimizar pagamentos e prever períodos críticos.


Em relação ao orçamento, a revisão de custos operacionais e o corte de gastos considerados supérfluos podem melhorar a liquidez e fortalecer a saúde financeira da empresa. 


Também, ter uma negociação estratégica com fornecedores para buscar melhores prazos de pagamento e condições especiais consegue aliviar a necessidade de um capital de giro imediato.


Outro ponto que demanda atenção e pode impactar a liquidez do negócio é a estratégia comercial. Negociações de prazos de pagamentos alongados e descontos acima da capacidade da empresa podem transformar vendas em um verdadeiro transtorno. 


Por isso é fundamental o estabelecimento de uma política comercial e seu alinhamento com a equipe de vendas. 


Como linhas de crédito protegem as MPEs de um risco de liquidez ameaçador

O risco de liquidez é um fator crítico para a sobrevivência das MPEs. A adoção de boas práticas de gestão financeira e o acesso a linhas de crédito estratégicas, como as oferecidas pelo BDMG, são fundamentais para garantir a estabilidade e o crescimento do negócio. 


Com planejamento e controle adequado, é possível mitigar os impactos desse risco e fortalecer a empresa no mercado.


É por isso que no BDMG, o acesso ao crédito é fácil, rápido e sem burocracia, atendendo a todos os tipos de negócio e tamanhos de empresas em todas as regiões de Minas Gerais.


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O que é empréstimo para empresa O empréstimo para empresa é uma operação de crédito contratada por pessoa jurídica, na qual a instituição financeira disponibiliza um valor e a empresa se compromete a devolvê-lo em parcelas, com taxa, prazo e encargos definidos em contrato. Na prática, o termo cobre modalidades bastante distintas entre si, e é essa distinção que costuma definir se a contratação vai funcionar ou pressionar o caixa. A pergunta que organiza a escolha é objetiva: para que o recurso será usado? A resposta define a finalidade , e a finalidade define qual linha faz sentido consultar. Um recurso destinado a cobrir despesas operacionais em um mês de faturamento menor tem uma lógica de prazo e carência diferente de um recurso destinado a comprar um equipamento que só começa a gerar retorno depois de instalado e em operação. Analisar apenas o valor liberado ou o tamanho da parcela deixa a decisão incompleta. Uma parcela aparentemente confortável pode estar associada a um prazo curto demais para o ciclo do negócio, ou a uma finalidade que não corresponde ao que a empresa realmente precisa fazer com o dinheiro. Antes de comparar propostas, vale identificar em qual das três lógicas a necessidade se encaixa. Empréstimo, financiamento e linha de crédito: o que muda na prática Os três termos circulam como sinônimos no dia a dia, mas descrevem coisas diferentes dentro de uma operação de crédito. Entender a distinção ajuda a ler condições com mais precisão e a conversar com a instituição financeira usando os mesmos critérios que ela usa para enquadrar a proposta. O empréstimo costuma ter uso mais flexível. Depois da liberação, o recurso pode ser direcionado a diferentes necessidades operacionais conforme as regras contratadas, como pagamento de fornecedores, compra de estoque, folha, tributos e despesas fixas. É a lógica das operações de capital de giro . O financiamento costuma estar vinculado a uma finalidade específica, normalmente ligada à aquisição de um bem ou à execução de um projeto: máquinas, equipamentos, veículos, mobiliário, reforma, ampliação ou modernização da estrutura. O prazo tende a ser maior, porque acompanha o tempo de retorno do investimento. Já a linha de crédito é o produto que a instituição financeira estrutura para um determinado público, com regras próprias de enquadramento . Uma mesma empresa pode ter acesso a mais de uma linha, e a escolha entre elas depende de faturamento anual, tempo de existência, setor de atuação, localização, histórico de relacionamento e finalidade pretendida. É por isso que a comparação útil não é entre bancos em abstrato, e sim entre linhas específicas, com as condições de cada uma na mesa. Quando usar capital de giro O capital de giro é a modalidade indicada quando o problema está no ciclo financeiro da operação, ou seja, no intervalo entre o momento em que a empresa paga e o momento em que recebe. Ele sustenta a rotina do negócio, desde a compra de insumos ou mercadorias até a entrada efetiva do dinheiro das vendas. Esse descasamento aparece em praticamente todos os setores. Uma loja compra estoque à vista e vende parcelado. Uma prestadora de serviços paga equipe, tributos e aluguel antes de receber dos clientes. Uma indústria compra matéria-prima agora e fatura apenas depois de produzir e entregar. Em todos esses casos, o recurso de giro cobre a distância entre a saída e a entrada. Há também o uso ligado a oportunidade comercial. Uma empresa que precisa formar estoque antes de uma data de maior movimento consegue negociar preço, prazo e volume com o fornecedor se tiver recurso disponível na hora certa. Quando espera a entrada de caixa para só então comprar, costuma perder as três coisas. O cuidado central é de horizonte. Capital de giro atravessa um período delimitado. Quando é usado repetidamente para cobrir uma operação que já perde rentabilidade de forma estrutural, ele posterga um problema que exige revisão de preços, custos, prazos de recebimento e inadimplência. Antes de contratar, vale mapear quanto entra, quanto sai, quais despesas são recorrentes e em quanto tempo o caixa se recompõe. Quando usar financiamento de investimento O financiamento faz mais sentido quando o recurso será aplicado em algo que amplia a capacidade da empresa e gera retorno ao longo do tempo. A lógica muda: o crédito deixa de cobrir uma diferença temporária de caixa e passa a viabilizar um projeto com resultado esperado. Uma indústria que adquire um equipamento novo pode aumentar produção, reduzir desperdício e atender mais pedidos. Um restaurante que moderniza a cozinha pode ganhar eficiência e ampliar capacidade de atendimento. Uma clínica que reforma o espaço pode oferecer novos serviços. Uma loja que amplia a estrutura pode reorganizar o fluxo de clientes e o potencial de venda. Nesses casos, o prazo de pagamento precisa acompanhar o tempo de retorno. Um equipamento que leva meses para entrar em regime pleno de operação não combina com uma operação de prazo curto. É aqui que a carência ganha peso prático: ela dá à empresa um intervalo antes do início da amortização, justamente o período em que o investimento ainda está sendo implantado. O cálculo também precisa considerar o projeto inteiro, e não apenas o item principal. Uma reforma envolve material, mão de obra, adequações elétricas, comunicação visual e dias de operação reduzida. Um equipamento pode exigir instalação, treinamento, manutenção e insumos adicionais. Financiar apenas o orçamento inicial costuma gerar necessidade de uma segunda operação no meio do caminho, em condições menos favoráveis. Quando considerar Pronampe O Pronampe é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas e empresas de pequeno porte. Ele não é uma modalidade em si, e sim um enquadramento: dentro dele existem linhas de capital de giro e linhas de investimento, com condições próprias em cada instituição operadora. Isso torna o Pronampe uma alternativa a ser comparada, e não uma resposta automática. Uma empresa que precisa equilibrar o caixa pode avaliar a modalidade de giro. Uma empresa que quer adquirir equipamento ou reformar pode avaliar a modalidade de investimento. Em ambos os casos, a decisão passa por taxa, Custo Efetivo Total (CET) , prazo, carência, limite e impacto da parcela no fluxo de caixa. Existe um requisito operacional que precisa ser resolvido antes da consulta. Em 2026, as empresas interessadas em contratar o Pronampe precisam compartilhar seus dados de faturamento com as instituições financeiras pelo portal e-CAC , da Receita Federal. Sem essa autorização, a proposta não avança. O compartilhamento é feito na área de serviços do portal, mediante autenticação com certificado digital ou conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Também há regras de manutenção de emprego previstas na legislação do programa. A empresa contratante deve preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação, no período compreendido entre a data da contratação e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela. Linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas O BDMG disponibiliza linhas de crédito para empresas mineiras com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, organizadas por porte, finalidade e enquadramento. A contratação é feita pelo BDMG Digital ou por meio de correspondentes bancários, sem necessidade de ser correntista nem de adquirir outros produtos. As condições a seguir são as vigentes na data de publicação e estão sujeitas a análise de crédito, enquadramento, disponibilidade de recursos e vigência do produto. BDMG Pronampe Capital de Giro 48 meses Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: aumentar o giro da operação, equilibrar o fluxo de caixa ou reorganizar dívidas. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 8,09% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência . O valor máximo é de R$ 500 mil, e o limite de contratação corresponde a 30% da receita bruta da empresa em 2025 , respeitado esse teto. Empresas com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com juros de Selic mais 5,50% ao ano e tarifa reduzida. BDMG Pronampe Investimento Linha voltada a projetos de investimento, com o mesmo público das linhas de giro do programa: micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. A finalidade cobre reforma ou ampliação do negócio, aquisição de veículos ou mobiliário e compra de equipamentos. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,53% ao ano . O prazo total é de 72 meses, já incluídos 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 500 mil. Na condição Fidelidade, a taxa é de Selic mais 5,50% ao ano, com CET a partir de Selic mais 6,85% ao ano. O prazo mais longo é o que diferencia essa linha da modalidade de giro dentro do mesmo programa. Para um projeto cujo retorno se distribui ao longo de anos, 72 meses com carência de 12 tendem a produzir uma parcela mais compatível com o caixa do que uma operação de prazo curto. BDMG PROCRED 360 Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Procred 360, programa voltado a microempreendedores individuais e microempresas. É destinada a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: reforço do giro, equilíbrio do fluxo de caixa ou reorganização de dívidas. A taxa é de Selic mais 5,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,14% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 108 mil. Há condição especial para clientes Fidelidade, com taxa e tarifa reduzidas, aplicável a empresas sem restrições cadastrais e com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG. Para a microempresa que fatura até R$ 360 mil ao ano, essa costuma ser a linha de giro de comparação mais direta, com taxa nominal inferior à das linhas de giro do Pronampe. BDMG Giro Linha de capital de giro destinada a microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas localizadas em Minas Gerais, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões. Diferentemente das linhas anteriores, ela não depende de enquadramento em programa federal, o que simplifica a etapa de habilitação. A taxa parte de 17,27% ao ano, equivalente a 1,34% ao mês, com CET a partir de 25,01% ao ano . O prazo é de 12, 24 ou 36 meses, com carência prevista em contrato conforme a condição vigente, e o valor máximo é de R$ 420 mil. A análise de crédito é realizada em até uma hora. Clientes com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com taxa a partir de 17,10% ao ano e CET a partir de 24,77% ao ano. É uma alternativa a considerar quando a empresa precisa de giro e não se enquadra nos programas, quando os recursos dos programas não estão disponíveis no momento, ou quando o prazo mais curto é compatível com o ciclo do negócio. BDMG Fungetur Linha operada com recursos do Fungetur, com garantia do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas do setor de turismo com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. É pré-requisito que a empresa esteja registrada no Cadastur, o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, cujo registro é gratuito. A taxa parte de INPC mais 5,00% ao ano, equivalente a INPC mais 0,41% ao mês, com CET a partir de INPC mais 8,37% ao ano . O prazo é de 48 meses, sem carência, e o valor máximo é de R$ 250 mil. O produto é isento de IOF. O enquadramento no Cadastur abrange meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de restaurantes, bares e similares, centros de convenções, casas de espetáculos e locadoras de veículos para turistas, atendidas as condições próprias de cadastro. Comparação das condições O quadro abaixo reúne as condições principais das linhas para facilitar a leitura lado a lado.
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