Faturamento empresarial: como aumentar os resultados

Marcos Favero • 28 de setembro de 2023

Não há dúvidas: toda empresa sonha em ver seus números crescerem. No entanto, o crescimento real do faturamento da empresa vai além das vendas; ele exige um misto de estratégia, visão e um toque de ousadia. 


Neste artigo, você não apenas entenderá o que define o faturamento, mas também descobrirá passos práticos, recursos e, é claro, segredos que podem impulsionar seus resultados de forma surpreendente, seja sua empresa tradicional ou um
negócio digital. Preparado? Vamos desvendar juntos este caminho!


O que é o faturamento de uma empresa?


O faturamento de uma empresa é
um dos indicadores mais essenciais que reflete o desempenho financeiro do negócio. De forma simples, o faturamento pode ser definido como a soma dos rendimentos obtidos por uma organização ao realizar sua atividade comercial principal, seja ela a venda de bens ou a prestação de serviços a terceiros.


Mas, como chegamos a essa cifra?


Para conhecer o faturamento do seu negócio você deve considerar todo o dinheiro arrecadado pela empresa em certo período de tempo, pelo exercício das suas atividades, descontando os seus custos. 


A partir do conceito de faturamento, é importante compreender outro conceito fundamental - a
estimativa de faturamento. Esta é uma projeção, uma antecipação da receita que a empresa espera obter das vendas de produtos ou da oferta de serviços em um específico período do ano. 


Ela é extremamente útil pois fornece insights sobre o potencial de receita da empresa, permitindo planejamentos estratégicos de curto, médio e longo prazo.


A forma como essas estimativas são feitas pode variar. Algumas empresas optam por realizar
projeções baseadas em seu histórico passado, analisando tendências e padrões das vendas anteriores. 


Outras podem basear-se nas condições do mercado, estudando a concorrência, demanda e outros fatores externos que influenciam nas vendas. Há ainda a projeção baseada na margem de contribuição, que leva em consideração a rentabilidade de cada produto ou serviço oferecido.


Fatores que podem afetar o faturamento de uma empresa


O faturamento de uma empresa não é mero acaso, mas o reflexo de várias influências, diretas ou indiretas, sobre vendas e receitas. Para assegurar a estabilidade financeira e o sucesso contínuo, é vital estar a par destas influências. Então, mergulhemos nos fatores-chave:

  • Condições Econômicas: A economia de onde a empresa está inserida tem um papel fundamental. Recessões, por exemplo, podem sufocar o poder de compra, resultando em vendas em baixa.
  • Concorrência: Novos players no mercado ou táticas agressivas de concorrentes já estabelecidos podem beliscar o market share da empresa. E, obviamente, isso não é bom para o faturamento.
  • Inovação Tecnológica: Em um mundo em constante mudança, não se adaptar às novas tecnologias pode ser fatal. Ficar para trás significa perder clientes e, consequentemente, receita.
  • Tendências de Mercado: As escolhas dos consumidores são influenciadas por vários fatores, desde culturais até sociais. Não estar alinhado com estas tendências? Problema à vista.
  • Operações Internas: Um negócio mal gerenciado, seja por falhas na cadeia de suprimentos ou decisões mal planejadas, não pode esperar um faturamento saudável.
  • Regulamentos: Novas leis ou normas mais rígidas podem elevar os gastos operacionais, apertando as margens de lucro e afetando os resultados.
  • Sazonalidade: Certos produtos têm sua hora de brilhar. Não estar pronto para a alta demanda sazonal? Isso dói no bolso.
  • Estratégias de Marketing: Um plano de marketing mal executado ou publicidade que não cai bem pode repelir, ao invés de atrair, os clientes certos.
  • Eventos Imprevistos: Pandemias, catástrofes naturais, turbulências políticas... são imprevisíveis, mas o impacto no faturamento é real.
  • Qualidade: Se um produto ou serviço não faz jus à sua promessa ou decepciona os clientes, a receita e a reputação sofrem.


Ao reconhecer e monitorar esses fatores, as empresas estão em uma posição melhor para navegar em águas turbulentas e prosperar.


Como aumentar o faturamento


A busca incessante por um faturamento mais robusto é comum a muitas empresas. Contudo, não é só vender mais que traz resultados; é preciso operar com inteligência e eficiência. Vamos mergulhar em táticas que podem potencializar seu faturamento:


Adotar estratégias para aumentar as vendas



  • Conhecendo o Cliente: Ao entender as demandas do seu público, você não só atende suas necessidades, mas supera expectativas.
  • Diversificando a Oferta: Novos produtos ou serviços expandem sua clientela e promovem vendas cruzadas.
  • Aproveitando Promoções: Descontos temporários não só estimulam compras, mas também atraem novos olhares para seu negócio.
  • Marcando Presença Digital: Seja nas redes sociais ou com publicidade online, estar presente virtualmente amplia sua visibilidade e atrai mais negócios.
Um grupo de pessoas está sentado a uma mesa usando uma calculadora e uma prancheta.


Reduzir os custos


  • Negociando com Parceiros: Acordos favoráveis com fornecedores podem trazer uma redução palpável nos gastos.
  • Refinando Operações: Ao revisar processos, você pode identificar e eliminar desperdícios ou falhas.
  • Tecnologia Como Aliada: Softwares e ferramentas que otimizam tarefas cortam custos e minimizam erros.


Melhorar a eficiência



  • Capacitando o Time: Um time bem preparado não só atende bem, mas toma decisões acertadas e agrega valor.
  • Administração do Tempo: Ferramentas que priorizam tarefas garantem que esforços se concentrem no que realmente importa.
  • Mantendo o Diálogo: Feedbacks dos clientes são bússolas valiosas para entender onde aprimorar, seja em atendimento, produto ou agilidade.


Dar uma nova injeção de caixa


Em um mercado em constante evolução, simplesmente aprimorar processos internos e refinar estratégias de vendas pode não ser suficiente para elevar o faturamento. Em certos momentos, um impulso adicional de caixa pode ser necessário para alavancar oportunidades ou superar desafios financeiros temporários.


Aqui, o BDMG surge como um aliado estratégico. Especialmente projetado para atender às necessidades do ecossistema empresarial de Minas Gerais, o BDMG oferece soluções de crédito direcionadas a micro e pequenas empresas. 


Seja para expandir operações, investir em novas tecnologias ou até mesmo para melhorar o capital de giro, essa injeção de caixa pode ser o catalisador que sua empresa precisa.


Mais do que apenas um banco, o BDMG é um parceiro que compreende as particularidades e desafios dos negócios mineiros, proporcionando não apenas recursos financeiros, mas também uma parceria que visa ao crescimento sustentável.


Se você sente que sua empresa está pronta para o próximo passo ou simplesmente precisa de um suporte financeiro para atravessar um período turbulento, considere as opções de crédito oferecidas pelo BDMG.


Gostou do conteúdo? Então confira nosso material sobre maturidade financeira e descubra se a sua empresa chegou lá.

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O que é empréstimo para empresa O empréstimo para empresa é uma operação de crédito contratada por pessoa jurídica, na qual a instituição financeira disponibiliza um valor e a empresa se compromete a devolvê-lo em parcelas, com taxa, prazo e encargos definidos em contrato. Na prática, o termo cobre modalidades bastante distintas entre si, e é essa distinção que costuma definir se a contratação vai funcionar ou pressionar o caixa. A pergunta que organiza a escolha é objetiva: para que o recurso será usado? A resposta define a finalidade , e a finalidade define qual linha faz sentido consultar. Um recurso destinado a cobrir despesas operacionais em um mês de faturamento menor tem uma lógica de prazo e carência diferente de um recurso destinado a comprar um equipamento que só começa a gerar retorno depois de instalado e em operação. Analisar apenas o valor liberado ou o tamanho da parcela deixa a decisão incompleta. Uma parcela aparentemente confortável pode estar associada a um prazo curto demais para o ciclo do negócio, ou a uma finalidade que não corresponde ao que a empresa realmente precisa fazer com o dinheiro. Antes de comparar propostas, vale identificar em qual das três lógicas a necessidade se encaixa. Empréstimo, financiamento e linha de crédito: o que muda na prática Os três termos circulam como sinônimos no dia a dia, mas descrevem coisas diferentes dentro de uma operação de crédito. Entender a distinção ajuda a ler condições com mais precisão e a conversar com a instituição financeira usando os mesmos critérios que ela usa para enquadrar a proposta. O empréstimo costuma ter uso mais flexível. Depois da liberação, o recurso pode ser direcionado a diferentes necessidades operacionais conforme as regras contratadas, como pagamento de fornecedores, compra de estoque, folha, tributos e despesas fixas. É a lógica das operações de capital de giro . O financiamento costuma estar vinculado a uma finalidade específica, normalmente ligada à aquisição de um bem ou à execução de um projeto: máquinas, equipamentos, veículos, mobiliário, reforma, ampliação ou modernização da estrutura. O prazo tende a ser maior, porque acompanha o tempo de retorno do investimento. Já a linha de crédito é o produto que a instituição financeira estrutura para um determinado público, com regras próprias de enquadramento . Uma mesma empresa pode ter acesso a mais de uma linha, e a escolha entre elas depende de faturamento anual, tempo de existência, setor de atuação, localização, histórico de relacionamento e finalidade pretendida. É por isso que a comparação útil não é entre bancos em abstrato, e sim entre linhas específicas, com as condições de cada uma na mesa. Quando usar capital de giro O capital de giro é a modalidade indicada quando o problema está no ciclo financeiro da operação, ou seja, no intervalo entre o momento em que a empresa paga e o momento em que recebe. Ele sustenta a rotina do negócio, desde a compra de insumos ou mercadorias até a entrada efetiva do dinheiro das vendas. Esse descasamento aparece em praticamente todos os setores. Uma loja compra estoque à vista e vende parcelado. Uma prestadora de serviços paga equipe, tributos e aluguel antes de receber dos clientes. Uma indústria compra matéria-prima agora e fatura apenas depois de produzir e entregar. Em todos esses casos, o recurso de giro cobre a distância entre a saída e a entrada. Há também o uso ligado a oportunidade comercial. Uma empresa que precisa formar estoque antes de uma data de maior movimento consegue negociar preço, prazo e volume com o fornecedor se tiver recurso disponível na hora certa. Quando espera a entrada de caixa para só então comprar, costuma perder as três coisas. O cuidado central é de horizonte. Capital de giro atravessa um período delimitado. Quando é usado repetidamente para cobrir uma operação que já perde rentabilidade de forma estrutural, ele posterga um problema que exige revisão de preços, custos, prazos de recebimento e inadimplência. Antes de contratar, vale mapear quanto entra, quanto sai, quais despesas são recorrentes e em quanto tempo o caixa se recompõe. Quando usar financiamento de investimento O financiamento faz mais sentido quando o recurso será aplicado em algo que amplia a capacidade da empresa e gera retorno ao longo do tempo. A lógica muda: o crédito deixa de cobrir uma diferença temporária de caixa e passa a viabilizar um projeto com resultado esperado. Uma indústria que adquire um equipamento novo pode aumentar produção, reduzir desperdício e atender mais pedidos. Um restaurante que moderniza a cozinha pode ganhar eficiência e ampliar capacidade de atendimento. Uma clínica que reforma o espaço pode oferecer novos serviços. Uma loja que amplia a estrutura pode reorganizar o fluxo de clientes e o potencial de venda. Nesses casos, o prazo de pagamento precisa acompanhar o tempo de retorno. Um equipamento que leva meses para entrar em regime pleno de operação não combina com uma operação de prazo curto. É aqui que a carência ganha peso prático: ela dá à empresa um intervalo antes do início da amortização, justamente o período em que o investimento ainda está sendo implantado. O cálculo também precisa considerar o projeto inteiro, e não apenas o item principal. Uma reforma envolve material, mão de obra, adequações elétricas, comunicação visual e dias de operação reduzida. Um equipamento pode exigir instalação, treinamento, manutenção e insumos adicionais. Financiar apenas o orçamento inicial costuma gerar necessidade de uma segunda operação no meio do caminho, em condições menos favoráveis. Quando considerar Pronampe O Pronampe é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas e empresas de pequeno porte. Ele não é uma modalidade em si, e sim um enquadramento: dentro dele existem linhas de capital de giro e linhas de investimento, com condições próprias em cada instituição operadora. Isso torna o Pronampe uma alternativa a ser comparada, e não uma resposta automática. Uma empresa que precisa equilibrar o caixa pode avaliar a modalidade de giro. Uma empresa que quer adquirir equipamento ou reformar pode avaliar a modalidade de investimento. Em ambos os casos, a decisão passa por taxa, Custo Efetivo Total (CET) , prazo, carência, limite e impacto da parcela no fluxo de caixa. Existe um requisito operacional que precisa ser resolvido antes da consulta. Em 2026, as empresas interessadas em contratar o Pronampe precisam compartilhar seus dados de faturamento com as instituições financeiras pelo portal e-CAC , da Receita Federal. Sem essa autorização, a proposta não avança. O compartilhamento é feito na área de serviços do portal, mediante autenticação com certificado digital ou conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Também há regras de manutenção de emprego previstas na legislação do programa. A empresa contratante deve preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação, no período compreendido entre a data da contratação e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela. Linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas O BDMG disponibiliza linhas de crédito para empresas mineiras com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, organizadas por porte, finalidade e enquadramento. A contratação é feita pelo BDMG Digital ou por meio de correspondentes bancários, sem necessidade de ser correntista nem de adquirir outros produtos. As condições a seguir são as vigentes na data de publicação e estão sujeitas a análise de crédito, enquadramento, disponibilidade de recursos e vigência do produto. BDMG Pronampe Capital de Giro 48 meses Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: aumentar o giro da operação, equilibrar o fluxo de caixa ou reorganizar dívidas. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 8,09% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência . O valor máximo é de R$ 500 mil, e o limite de contratação corresponde a 30% da receita bruta da empresa em 2025 , respeitado esse teto. Empresas com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com juros de Selic mais 5,50% ao ano e tarifa reduzida. BDMG Pronampe Investimento Linha voltada a projetos de investimento, com o mesmo público das linhas de giro do programa: micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. A finalidade cobre reforma ou ampliação do negócio, aquisição de veículos ou mobiliário e compra de equipamentos. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,53% ao ano . O prazo total é de 72 meses, já incluídos 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 500 mil. Na condição Fidelidade, a taxa é de Selic mais 5,50% ao ano, com CET a partir de Selic mais 6,85% ao ano. O prazo mais longo é o que diferencia essa linha da modalidade de giro dentro do mesmo programa. Para um projeto cujo retorno se distribui ao longo de anos, 72 meses com carência de 12 tendem a produzir uma parcela mais compatível com o caixa do que uma operação de prazo curto. BDMG PROCRED 360 Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Procred 360, programa voltado a microempreendedores individuais e microempresas. É destinada a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: reforço do giro, equilíbrio do fluxo de caixa ou reorganização de dívidas. A taxa é de Selic mais 5,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,14% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 108 mil. Há condição especial para clientes Fidelidade, com taxa e tarifa reduzidas, aplicável a empresas sem restrições cadastrais e com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG. Para a microempresa que fatura até R$ 360 mil ao ano, essa costuma ser a linha de giro de comparação mais direta, com taxa nominal inferior à das linhas de giro do Pronampe. BDMG Giro Linha de capital de giro destinada a microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas localizadas em Minas Gerais, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões. Diferentemente das linhas anteriores, ela não depende de enquadramento em programa federal, o que simplifica a etapa de habilitação. A taxa parte de 17,27% ao ano, equivalente a 1,34% ao mês, com CET a partir de 25,01% ao ano . O prazo é de 12, 24 ou 36 meses, com carência prevista em contrato conforme a condição vigente, e o valor máximo é de R$ 420 mil. A análise de crédito é realizada em até uma hora. Clientes com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com taxa a partir de 17,10% ao ano e CET a partir de 24,77% ao ano. É uma alternativa a considerar quando a empresa precisa de giro e não se enquadra nos programas, quando os recursos dos programas não estão disponíveis no momento, ou quando o prazo mais curto é compatível com o ciclo do negócio. BDMG Fungetur Linha operada com recursos do Fungetur, com garantia do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas do setor de turismo com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. É pré-requisito que a empresa esteja registrada no Cadastur, o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, cujo registro é gratuito. A taxa parte de INPC mais 5,00% ao ano, equivalente a INPC mais 0,41% ao mês, com CET a partir de INPC mais 8,37% ao ano . O prazo é de 48 meses, sem carência, e o valor máximo é de R$ 250 mil. O produto é isento de IOF. O enquadramento no Cadastur abrange meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de restaurantes, bares e similares, centros de convenções, casas de espetáculos e locadoras de veículos para turistas, atendidas as condições próprias de cadastro. Comparação das condições O quadro abaixo reúne as condições principais das linhas para facilitar a leitura lado a lado.
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