Empréstimo para MPEs: guia completo

Marcos Favero • 5 de março de 2024

Uma pesquisa recente revelou um dado preocupante: 61% dos donos de MPEs recorreram a empréstimos pessoais para financiar a própria empresa. No entanto, essa prática pode representar um grande risco e não ser a melhor solução para garantir a saúde financeira do negócio a longo prazo. 


Diante desse contexto, é crucial compreender não apenas a importância, mas também a estratégia por trás do uso inteligente do
crédito empresarial. Neste guia completo sobre empréstimo para MPEs, exploraremos não apenas os tipos de empréstimos disponíveis, mas também os fatores cruciais a serem considerados ao tomar essa decisão.


Por que tomar um crédito empresarial é mais indicado do que empréstimos pessoais?

Tomar um crédito empresarial em vez de recorrer a empréstimos pessoais pode ser uma decisão estratégica crucial para o sucesso e a sustentabilidade de um negócio. Há várias razões pelas quais essa abordagem vale a pena. 


Primeiramente, optar por um crédito empresarial permite
manter as finanças pessoais e empresariais separadas, garantindo uma gestão financeira mais eficiente e direcionada ao crescimento do negócio, sem misturar despesas pessoais com as do empreendimento.


Também, os empréstimos empresariais frequentemente oferecem
condições mais favoráveis, como taxas de juros mais baixas e prazos de pagamento mais estendidos, em comparação com empréstimos pessoais. 


Essa vantagem decorre da percepção dos bancos de que os negócios representam investimentos de menor risco, especialmente quando há um plano de negócios sólido e uma história financeira estável.


Os empréstimos empresariais são especificamente projetados para
atender às necessidades únicas das empresas, como capital de giro, investimentos em equipamentos, expansão ou financiamento de projetos. 


Ao escolher um crédito empresarial, os empreendedores podem acessar o capital necessário para impulsionar o crescimento e a inovação de sua empresa de forma eficaz e direcionada.


Além disso, tomar empréstimos empresariais e pagar pontualmente pode auxiliar na construção de um histórico de crédito empresarial sólido, essencial para o futuro crescimento do negócio. 


Um
bom histórico de crédito facilita o acesso a financiamentos mais amplos e vantajosos no futuro, possibilitando a expansão das operações, investimentos em novos projetos e aproveitamento de oportunidades de crescimento.


Quando o empréstimo vale a pena para MPEs?

Os empréstimos, quando bem administrados, podem ser uma das ferramentas mais poderosas para impulsionar e revitalizar um negócio. Mais do que simples recursos financeiros, representam oportunidades tangíveis de transformação e crescimento.


Mas, como usar esse capital de maneira estratégica?


Reorganizar dívidas

Uma gestão financeira inteligente muitas vezes começa com a reestruturação de débitos. Usar o empréstimo para quitar dívidas de juros mais altos e consolidar compromissos pode significar uma economia considerável no longo prazo. 


Ao optar por essa abordagem, as MPEs podem reduzir sua carga financeira mensal, liberando recursos para investimentos mais produtivos e estratégicos.


Equilibrar o fluxo de caixa

Em momentos de flutuações inesperadas, ter um fluxo de caixa estável é fundamental. Um empréstimo pode ser o fôlego necessário para atravessar períodos sazonais ou garantir a operação durante desafios. 


Ao antecipar possíveis obstáculos e agir proativamente para manter a liquidez, as MPEs podem evitar situações de crise e continuar avançando em direção aos seus objetivos de crescimento.


Comprar equipamentos e insumos

Investir em tecnologia ou matéria-prima de qualidade pode aumentar a produtividade e qualidade dos seus produtos ou serviços. Com capital em mãos, é possível negociar melhores condições e descontos com fornecedores. 


Ao adquirir equipamentos modernos e insumos de alta qualidade, as MPEs podem melhorar sua eficiência operacional e competitividade no mercado, preparando-se para enfrentar os desafios do futuro.


Inovar com reformas ou expansão

Seja dando uma cara nova ao seu estabelecimento atual ou abrindo uma nova unidade, o empréstimo pode ser o combustível para essa audaciosa etapa de crescimento. Investir em reformas ou expansão pode atrair novos clientes, fortalecer a imagem da marca e abrir novas oportunidades de negócios. 


Ao apostar na inovação e no crescimento, as MPEs podem se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.


Tipos de empréstimos

No universo empresarial, uma diversidade de linhas de crédito está disponível para atender às demandas de empréstimos para pequenos negócios, sendo oferecidas por várias instituições financeiras. Abaixo, apresentamos alguns dos principais tipos:


Crédito para capital de giro

O crédito para capital de giro se destaca como uma das opções mais procuradas para pequenos negócios, proporcionando os recursos necessários para suprir as demandas financeiras de curto prazo. 


Com esse montante, é viável sustentar as operações cotidianas e efetuar pagamentos essenciais, incluindo fornecedores, salários e despesas fixas.


O grande diferencial dessa categoria de crédito é sua facilidade na contratação e a ausência da necessidade de comprovação do uso dos recursos perante as instituições financeiras. Normalmente, o crédito acontece na conta corrente da empresa, que então pode dar a destinação necessária aos recursos.


Antecipação de recebíveis

A antecipação de recebíveis surge como outra opção popular de empréstimo para pequenos negócios, permitindo que os gestores adiantem recebimentos futuros, como pagamentos e parcelas a serem recebidos.


Esse recurso possibilita acessar os valores devidos para diversas finalidades, como reforçar a reserva de caixa ou lidar com situações emergenciais.


Além disso, essa modalidade é versátil, abrangendo diversos tipos de recebíveis, como parcelamentos, cheques e contratos, o que ajuda a mitigar os impactos de prazos de pagamento estendidos.


Linhas de crédito específicas para investimentos

São linhas de crédito que possuem características específicas para aplicação na expansão de negócios, como o financiamento de reformas, construções e aquisição de máquinas e equipamentos.


São muito populares no portfólio de produtos dos Bancos de Desenvolvimento, como o BDMG, que oferecem uma série de opções de crédito direcionadas a setores específicos, como agronegócio, indústria e comércio.


Fatores a considerar ao contratar empréstimo

A decisão de buscar um empréstimo é um marco significativo na trajetória de qualquer negócio. Se feita de maneira consciente e estratégica, pode proporcionar o impulso necessário para crescer e solidificar sua presença no mercado. Porém, a pergunta crucial é: qual empréstimo escolher?


Entenda a necessidade atual da empresa

Antes de qualquer coisa, é fundamental avaliar as necessidades atuais do seu negócio. Pergunte-se: Por que estou buscando este empréstimo? É para cobrir gastos operacionais, investir em novas ferramentas ou talvez para expandir? A resposta a essa pergunta dará uma direção clara de qual tipo de empréstimo é mais apropriado.


Considere o tamanho da empresa

Não menos importante é considerar o tamanho da sua empresa em termos de faturamento anual. Isso não apenas influencia a capacidade de endividamento mas também determina qual linha de crédito será mais vantajosa.


Empresas com faturamento de até R$360 mil por ano:

Para negócios que se enquadram nesta categoria, o crédito BDMG para microempresas é o mais recomendado. Ele é desenhado especificamente para atender às necessidades e desafios que microempresas enfrentam, garantindo condições favoráveis e juros compatíveis com a realidade deste segmento.


Empresas com faturamento entre R$360 mil e R$4,8 milhões por ano:

Já para empresas que se situam nesta faixa de faturamento, o crédito BDMG para pequenas empresas é a alternativa ideal. Este empréstimo PJ oferece um maior volume de recursos e é adaptado para negócios que, embora ainda sejam considerados pequenos, têm demandas e metas mais ambiciosas.


A escolha do empréstimo correto, portanto, é uma combinação de entender suas necessidades atuais e reconhecer a escala do seu negócio. Ao alinhar esses dois fatores com as opções disponíveis, você estará bem posicionado para fazer uma
escolha informada que proporcione benefícios tangíveis e sustentáveis ao seu negócio.


BDMG: empréstimo para MPEs

O BDMG é especialista em fornecer empréstimos para empresas com faturamento de até R$360 mil por ano ou com faturamento entre R$360 mil e R$4,8 milhões por ano.


É a melhor opção de crédito para reorganizar dívidas, equilibrar o fluxo de caixa, comprar equipamentos e insumos ou, então, fazer uma reforma ou abrir uma nova unidade.


O
BDMG pode te auxiliar como um parceiro estratégico ao tomar crédito. Nesse sentido, convidamos você a conferir nosso artigo sobre a importância de parceiros estratégicos para sua empresa.

Crédito barato para empresas mineiras que faturam

até R$ 4,8 milhões/ano

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O que é empréstimo para empresa O empréstimo para empresa é uma operação de crédito contratada por pessoa jurídica, na qual a instituição financeira disponibiliza um valor e a empresa se compromete a devolvê-lo em parcelas, com taxa, prazo e encargos definidos em contrato. Na prática, o termo cobre modalidades bastante distintas entre si, e é essa distinção que costuma definir se a contratação vai funcionar ou pressionar o caixa. A pergunta que organiza a escolha é objetiva: para que o recurso será usado? A resposta define a finalidade , e a finalidade define qual linha faz sentido consultar. Um recurso destinado a cobrir despesas operacionais em um mês de faturamento menor tem uma lógica de prazo e carência diferente de um recurso destinado a comprar um equipamento que só começa a gerar retorno depois de instalado e em operação. Analisar apenas o valor liberado ou o tamanho da parcela deixa a decisão incompleta. Uma parcela aparentemente confortável pode estar associada a um prazo curto demais para o ciclo do negócio, ou a uma finalidade que não corresponde ao que a empresa realmente precisa fazer com o dinheiro. Antes de comparar propostas, vale identificar em qual das três lógicas a necessidade se encaixa. Empréstimo, financiamento e linha de crédito: o que muda na prática Os três termos circulam como sinônimos no dia a dia, mas descrevem coisas diferentes dentro de uma operação de crédito. Entender a distinção ajuda a ler condições com mais precisão e a conversar com a instituição financeira usando os mesmos critérios que ela usa para enquadrar a proposta. O empréstimo costuma ter uso mais flexível. Depois da liberação, o recurso pode ser direcionado a diferentes necessidades operacionais conforme as regras contratadas, como pagamento de fornecedores, compra de estoque, folha, tributos e despesas fixas. É a lógica das operações de capital de giro . O financiamento costuma estar vinculado a uma finalidade específica, normalmente ligada à aquisição de um bem ou à execução de um projeto: máquinas, equipamentos, veículos, mobiliário, reforma, ampliação ou modernização da estrutura. O prazo tende a ser maior, porque acompanha o tempo de retorno do investimento. Já a linha de crédito é o produto que a instituição financeira estrutura para um determinado público, com regras próprias de enquadramento . Uma mesma empresa pode ter acesso a mais de uma linha, e a escolha entre elas depende de faturamento anual, tempo de existência, setor de atuação, localização, histórico de relacionamento e finalidade pretendida. É por isso que a comparação útil não é entre bancos em abstrato, e sim entre linhas específicas, com as condições de cada uma na mesa. Quando usar capital de giro O capital de giro é a modalidade indicada quando o problema está no ciclo financeiro da operação, ou seja, no intervalo entre o momento em que a empresa paga e o momento em que recebe. Ele sustenta a rotina do negócio, desde a compra de insumos ou mercadorias até a entrada efetiva do dinheiro das vendas. Esse descasamento aparece em praticamente todos os setores. Uma loja compra estoque à vista e vende parcelado. Uma prestadora de serviços paga equipe, tributos e aluguel antes de receber dos clientes. Uma indústria compra matéria-prima agora e fatura apenas depois de produzir e entregar. Em todos esses casos, o recurso de giro cobre a distância entre a saída e a entrada. Há também o uso ligado a oportunidade comercial. Uma empresa que precisa formar estoque antes de uma data de maior movimento consegue negociar preço, prazo e volume com o fornecedor se tiver recurso disponível na hora certa. Quando espera a entrada de caixa para só então comprar, costuma perder as três coisas. O cuidado central é de horizonte. Capital de giro atravessa um período delimitado. Quando é usado repetidamente para cobrir uma operação que já perde rentabilidade de forma estrutural, ele posterga um problema que exige revisão de preços, custos, prazos de recebimento e inadimplência. Antes de contratar, vale mapear quanto entra, quanto sai, quais despesas são recorrentes e em quanto tempo o caixa se recompõe. Quando usar financiamento de investimento O financiamento faz mais sentido quando o recurso será aplicado em algo que amplia a capacidade da empresa e gera retorno ao longo do tempo. A lógica muda: o crédito deixa de cobrir uma diferença temporária de caixa e passa a viabilizar um projeto com resultado esperado. Uma indústria que adquire um equipamento novo pode aumentar produção, reduzir desperdício e atender mais pedidos. Um restaurante que moderniza a cozinha pode ganhar eficiência e ampliar capacidade de atendimento. Uma clínica que reforma o espaço pode oferecer novos serviços. Uma loja que amplia a estrutura pode reorganizar o fluxo de clientes e o potencial de venda. Nesses casos, o prazo de pagamento precisa acompanhar o tempo de retorno. Um equipamento que leva meses para entrar em regime pleno de operação não combina com uma operação de prazo curto. É aqui que a carência ganha peso prático: ela dá à empresa um intervalo antes do início da amortização, justamente o período em que o investimento ainda está sendo implantado. O cálculo também precisa considerar o projeto inteiro, e não apenas o item principal. Uma reforma envolve material, mão de obra, adequações elétricas, comunicação visual e dias de operação reduzida. Um equipamento pode exigir instalação, treinamento, manutenção e insumos adicionais. Financiar apenas o orçamento inicial costuma gerar necessidade de uma segunda operação no meio do caminho, em condições menos favoráveis. Quando considerar Pronampe O Pronampe é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas e empresas de pequeno porte. Ele não é uma modalidade em si, e sim um enquadramento: dentro dele existem linhas de capital de giro e linhas de investimento, com condições próprias em cada instituição operadora. Isso torna o Pronampe uma alternativa a ser comparada, e não uma resposta automática. Uma empresa que precisa equilibrar o caixa pode avaliar a modalidade de giro. Uma empresa que quer adquirir equipamento ou reformar pode avaliar a modalidade de investimento. Em ambos os casos, a decisão passa por taxa, Custo Efetivo Total (CET) , prazo, carência, limite e impacto da parcela no fluxo de caixa. Existe um requisito operacional que precisa ser resolvido antes da consulta. Em 2026, as empresas interessadas em contratar o Pronampe precisam compartilhar seus dados de faturamento com as instituições financeiras pelo portal e-CAC , da Receita Federal. Sem essa autorização, a proposta não avança. O compartilhamento é feito na área de serviços do portal, mediante autenticação com certificado digital ou conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Também há regras de manutenção de emprego previstas na legislação do programa. A empresa contratante deve preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação, no período compreendido entre a data da contratação e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela. Linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas O BDMG disponibiliza linhas de crédito para empresas mineiras com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, organizadas por porte, finalidade e enquadramento. A contratação é feita pelo BDMG Digital ou por meio de correspondentes bancários, sem necessidade de ser correntista nem de adquirir outros produtos. As condições a seguir são as vigentes na data de publicação e estão sujeitas a análise de crédito, enquadramento, disponibilidade de recursos e vigência do produto. BDMG Pronampe Capital de Giro 48 meses Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: aumentar o giro da operação, equilibrar o fluxo de caixa ou reorganizar dívidas. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 8,09% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência . O valor máximo é de R$ 500 mil, e o limite de contratação corresponde a 30% da receita bruta da empresa em 2025 , respeitado esse teto. Empresas com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com juros de Selic mais 5,50% ao ano e tarifa reduzida. BDMG Pronampe Investimento Linha voltada a projetos de investimento, com o mesmo público das linhas de giro do programa: micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. A finalidade cobre reforma ou ampliação do negócio, aquisição de veículos ou mobiliário e compra de equipamentos. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,53% ao ano . O prazo total é de 72 meses, já incluídos 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 500 mil. Na condição Fidelidade, a taxa é de Selic mais 5,50% ao ano, com CET a partir de Selic mais 6,85% ao ano. O prazo mais longo é o que diferencia essa linha da modalidade de giro dentro do mesmo programa. Para um projeto cujo retorno se distribui ao longo de anos, 72 meses com carência de 12 tendem a produzir uma parcela mais compatível com o caixa do que uma operação de prazo curto. BDMG PROCRED 360 Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Procred 360, programa voltado a microempreendedores individuais e microempresas. É destinada a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: reforço do giro, equilíbrio do fluxo de caixa ou reorganização de dívidas. A taxa é de Selic mais 5,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,14% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 108 mil. Há condição especial para clientes Fidelidade, com taxa e tarifa reduzidas, aplicável a empresas sem restrições cadastrais e com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG. Para a microempresa que fatura até R$ 360 mil ao ano, essa costuma ser a linha de giro de comparação mais direta, com taxa nominal inferior à das linhas de giro do Pronampe. BDMG Giro Linha de capital de giro destinada a microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas localizadas em Minas Gerais, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões. Diferentemente das linhas anteriores, ela não depende de enquadramento em programa federal, o que simplifica a etapa de habilitação. A taxa parte de 17,27% ao ano, equivalente a 1,34% ao mês, com CET a partir de 25,01% ao ano . O prazo é de 12, 24 ou 36 meses, com carência prevista em contrato conforme a condição vigente, e o valor máximo é de R$ 420 mil. A análise de crédito é realizada em até uma hora. Clientes com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com taxa a partir de 17,10% ao ano e CET a partir de 24,77% ao ano. É uma alternativa a considerar quando a empresa precisa de giro e não se enquadra nos programas, quando os recursos dos programas não estão disponíveis no momento, ou quando o prazo mais curto é compatível com o ciclo do negócio. BDMG Fungetur Linha operada com recursos do Fungetur, com garantia do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas do setor de turismo com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. É pré-requisito que a empresa esteja registrada no Cadastur, o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, cujo registro é gratuito. A taxa parte de INPC mais 5,00% ao ano, equivalente a INPC mais 0,41% ao mês, com CET a partir de INPC mais 8,37% ao ano . O prazo é de 48 meses, sem carência, e o valor máximo é de R$ 250 mil. O produto é isento de IOF. O enquadramento no Cadastur abrange meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de restaurantes, bares e similares, centros de convenções, casas de espetáculos e locadoras de veículos para turistas, atendidas as condições próprias de cadastro. Comparação das condições O quadro abaixo reúne as condições principais das linhas para facilitar a leitura lado a lado.
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