Quanto está a taxa Selic hoje? Confira

Marcos Favero • 8 de agosto de 2024

A Taxa Selic  é um indicador crucial para a economia brasileira, influenciando desde o custo do crédito até os investimentos em diversos setores. 


Para micro e pequenas empresas, compreender a Selic é fundamental para a tomada de decisões financeiras inteligentes. Neste artigo, vamos explorar a atual taxa Selic, seu histórico, funcionamento e impacto na economia, além de seu papel no crédito empresarial.


Qual a Taxa Selic hoje?

Para saber a taxa Selic atual, você pode consultar o site do Banco Central do Brasil, que divulga a taxa diariamente. A Selic é decidida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em reuniões regulares e qualquer alteração é comunicada publicamente. 

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Este é o valor da taxa SELIC atualizada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB).

O dado informado acima é atualizado automaticamente através do website do Banco Central do Brasil (BCB) no endereço www.bcb.gov.br. Se você tiver dúvidas relacionadas a Taxa SELIC ou a taxas de inflação do país, acesse o endereço clicando no botão abaixo.

Conferir no website do BCB


Além do site do Banco Central, muitos portais financeiros e jornais econômicos também publicam a taxa atualizada regularmente.


Manter-se informado sobre a Selic é essencial, pois essa taxa serve como referência para diversas outras taxas de juros na economia brasileira, impactando diretamente o custo do crédito e o retorno de investimentos. Portanto, acompanhar suas variações ajuda a planejar estrategicamente as finanças da sua empresa.


Histórico da Taxa Selic

A taxa Selic tem uma trajetória marcada por altos e baixos, refletindo as mudanças no cenário econômico nacional. Em 2020, por exemplo, a Selic atingiu seu menor patamar histórico, de 2% ao ano, como uma medida de estímulo durante a crise causada pela pandemia de COVID-19. 


No entanto, desde então, a taxa tem sido ajustada para acompanhar a inflação e outras pressões econômicas.


Em 2022, a Selic voltou a ultrapassar os dois dígitos, chegando a 10,75% ao ano no início do ano e se mantendo em 13,75% por um período prolongado. Esses ajustes visaram controlar a inflação e estabilizar a economia.


O que é Taxa Selic?

A Selic, ou Sistema Especial de Liquidação e Custódia, é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Copom. Ela é a taxa que o governo paga quando pega dinheiro emprestado e serve como referência para outras taxas de juros praticadas no mercado. 


A Selic é usada pelo Banco Central como uma ferramenta para controlar a inflação e garantir a estabilidade econômica.


Existem duas variações da Selic: a Selic Meta e a Selic Over. A Selic Meta é a taxa definida nas reuniões do Copom e é a mais citada nos noticiários, enquanto a Selic Over é a taxa efetivamente praticada no mercado interbancário para empréstimos de curto prazo. 


Ambas desempenham papéis cruciais na regulação da oferta de dinheiro e na manutenção da saúde econômica do país.


Como é definida a Taxa Selic e como funciona?

A taxa Selic é definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central do Brasil (BCB), que se reúne a cada 45 dias para avaliar o cenário econômico e determinar ajustes na taxa de juros. 


Durante essas reuniões, são analisados diversos indicadores econômicos, como inflação, crescimento econômico, taxa de câmbio e condições externas. Com base nessa análise, o Copom decide se a Selic deve ser aumentada, reduzida ou mantida.


A Selic funciona como um termômetro da economia. Quando a inflação está alta, o Copom tende a aumentar a Selic para encarecer o crédito e desestimular o consumo, ajudando a controlar os preços. Por outro lado, em períodos de baixa inflação ou recessão, a Selic pode ser reduzida para estimular o crédito e o consumo, incentivando o crescimento econômico.


Como a Selic influencia a economia?

A Selic tem um impacto direto e significativo na economia brasileira. Uma Selic alta encarece o crédito, reduzindo o consumo e os investimentos. Isso pode levar a uma desaceleração econômica, mas também ajuda a controlar a inflação. 


Por outro lado, uma Selic baixa torna o crédito mais acessível, estimulando o consumo e os investimentos, o que pode acelerar o crescimento econômico.


A Selic também influencia o mercado financeiro, afetando as taxas de juros dos empréstimos e financiamentos, bem como o rendimento de investimentos como títulos públicos e cadernetas de poupança. Dessa forma, ela é uma ferramenta essencial para a gestão da política monetária e a manutenção da estabilidade econômica.


Taxa Selic no crédito empresarial

Para micro e pequenas empresas, a taxa Selic é um fator crucial no custo do crédito. Em períodos de Selic alta, os empréstimos ficam mais caros, o que pode dificultar a expansão dos negócios e a realização de investimentos. Por outro lado, uma Selic baixa facilita o acesso ao crédito, permitindo que as empresas invistam em crescimento e inovação.


É importante que os empresários estejam atentos às variações da Selic e planejem suas estratégias financeiras de acordo. Acompanhar a política monetária e entender como a Selic afeta o crédito pode ajudar na tomada de decisões mais informadas e eficazes para o desenvolvimento dos negócios.


Crédito BDMG: papel da Selic

O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) tem um papel significativo no cenário de crédito para empresas no estado. Com a inclusão do BDMG na Pesquisa Focus do Banco Central, publicada pela primeira vez em 1º de julho de 2024, a instituição passou a contribuir ainda mais para a análise econômica do país.


A
Pesquisa Focus, divulgada semanalmente, apresenta projeções para diversos indicadores econômicos, incluindo a taxa Selic. A participação do BDMG nesse relatório reflete seu compromisso com a transparência e a informação econômica, ajudando empresários a tomar decisões fundamentadas.


Além disso, o BDMG oferece diversas
linhas de crédito que podem ser influenciadas pela taxa Selic. Com a Selic, as condições de crédito podem variar, e é essencial que os empresários estejam informados sobre essas variações para aproveitar as melhores oportunidades de financiamento.


Para micro e pequenas empresas, contar com o apoio de uma instituição sólida como o
BDMG  pode fazer toda a diferença. 


Conheça as linhas de
crédito do BDMG   e como elas podem ajudar no crescimento do seu negócio, mesmo em um cenário de altas ou baixas na taxa Selic. Aproveite as oportunidades e planeje seu futuro financeiro com segurança e eficiência.

Crédito barato para empresas mineiras que faturam

até R$ 4,8 milhões/ano

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O que é empréstimo para empresa O empréstimo para empresa é uma operação de crédito contratada por pessoa jurídica, na qual a instituição financeira disponibiliza um valor e a empresa se compromete a devolvê-lo em parcelas, com taxa, prazo e encargos definidos em contrato. Na prática, o termo cobre modalidades bastante distintas entre si, e é essa distinção que costuma definir se a contratação vai funcionar ou pressionar o caixa. A pergunta que organiza a escolha é objetiva: para que o recurso será usado? A resposta define a finalidade , e a finalidade define qual linha faz sentido consultar. Um recurso destinado a cobrir despesas operacionais em um mês de faturamento menor tem uma lógica de prazo e carência diferente de um recurso destinado a comprar um equipamento que só começa a gerar retorno depois de instalado e em operação. Analisar apenas o valor liberado ou o tamanho da parcela deixa a decisão incompleta. Uma parcela aparentemente confortável pode estar associada a um prazo curto demais para o ciclo do negócio, ou a uma finalidade que não corresponde ao que a empresa realmente precisa fazer com o dinheiro. Antes de comparar propostas, vale identificar em qual das três lógicas a necessidade se encaixa. Empréstimo, financiamento e linha de crédito: o que muda na prática Os três termos circulam como sinônimos no dia a dia, mas descrevem coisas diferentes dentro de uma operação de crédito. Entender a distinção ajuda a ler condições com mais precisão e a conversar com a instituição financeira usando os mesmos critérios que ela usa para enquadrar a proposta. O empréstimo costuma ter uso mais flexível. Depois da liberação, o recurso pode ser direcionado a diferentes necessidades operacionais conforme as regras contratadas, como pagamento de fornecedores, compra de estoque, folha, tributos e despesas fixas. É a lógica das operações de capital de giro . O financiamento costuma estar vinculado a uma finalidade específica, normalmente ligada à aquisição de um bem ou à execução de um projeto: máquinas, equipamentos, veículos, mobiliário, reforma, ampliação ou modernização da estrutura. O prazo tende a ser maior, porque acompanha o tempo de retorno do investimento. Já a linha de crédito é o produto que a instituição financeira estrutura para um determinado público, com regras próprias de enquadramento . Uma mesma empresa pode ter acesso a mais de uma linha, e a escolha entre elas depende de faturamento anual, tempo de existência, setor de atuação, localização, histórico de relacionamento e finalidade pretendida. É por isso que a comparação útil não é entre bancos em abstrato, e sim entre linhas específicas, com as condições de cada uma na mesa. Quando usar capital de giro O capital de giro é a modalidade indicada quando o problema está no ciclo financeiro da operação, ou seja, no intervalo entre o momento em que a empresa paga e o momento em que recebe. Ele sustenta a rotina do negócio, desde a compra de insumos ou mercadorias até a entrada efetiva do dinheiro das vendas. Esse descasamento aparece em praticamente todos os setores. Uma loja compra estoque à vista e vende parcelado. Uma prestadora de serviços paga equipe, tributos e aluguel antes de receber dos clientes. Uma indústria compra matéria-prima agora e fatura apenas depois de produzir e entregar. Em todos esses casos, o recurso de giro cobre a distância entre a saída e a entrada. Há também o uso ligado a oportunidade comercial. Uma empresa que precisa formar estoque antes de uma data de maior movimento consegue negociar preço, prazo e volume com o fornecedor se tiver recurso disponível na hora certa. Quando espera a entrada de caixa para só então comprar, costuma perder as três coisas. O cuidado central é de horizonte. Capital de giro atravessa um período delimitado. Quando é usado repetidamente para cobrir uma operação que já perde rentabilidade de forma estrutural, ele posterga um problema que exige revisão de preços, custos, prazos de recebimento e inadimplência. Antes de contratar, vale mapear quanto entra, quanto sai, quais despesas são recorrentes e em quanto tempo o caixa se recompõe. Quando usar financiamento de investimento O financiamento faz mais sentido quando o recurso será aplicado em algo que amplia a capacidade da empresa e gera retorno ao longo do tempo. A lógica muda: o crédito deixa de cobrir uma diferença temporária de caixa e passa a viabilizar um projeto com resultado esperado. Uma indústria que adquire um equipamento novo pode aumentar produção, reduzir desperdício e atender mais pedidos. Um restaurante que moderniza a cozinha pode ganhar eficiência e ampliar capacidade de atendimento. Uma clínica que reforma o espaço pode oferecer novos serviços. Uma loja que amplia a estrutura pode reorganizar o fluxo de clientes e o potencial de venda. Nesses casos, o prazo de pagamento precisa acompanhar o tempo de retorno. Um equipamento que leva meses para entrar em regime pleno de operação não combina com uma operação de prazo curto. É aqui que a carência ganha peso prático: ela dá à empresa um intervalo antes do início da amortização, justamente o período em que o investimento ainda está sendo implantado. O cálculo também precisa considerar o projeto inteiro, e não apenas o item principal. Uma reforma envolve material, mão de obra, adequações elétricas, comunicação visual e dias de operação reduzida. Um equipamento pode exigir instalação, treinamento, manutenção e insumos adicionais. Financiar apenas o orçamento inicial costuma gerar necessidade de uma segunda operação no meio do caminho, em condições menos favoráveis. Quando considerar Pronampe O Pronampe é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas e empresas de pequeno porte. Ele não é uma modalidade em si, e sim um enquadramento: dentro dele existem linhas de capital de giro e linhas de investimento, com condições próprias em cada instituição operadora. Isso torna o Pronampe uma alternativa a ser comparada, e não uma resposta automática. Uma empresa que precisa equilibrar o caixa pode avaliar a modalidade de giro. Uma empresa que quer adquirir equipamento ou reformar pode avaliar a modalidade de investimento. Em ambos os casos, a decisão passa por taxa, Custo Efetivo Total (CET) , prazo, carência, limite e impacto da parcela no fluxo de caixa. Existe um requisito operacional que precisa ser resolvido antes da consulta. Em 2026, as empresas interessadas em contratar o Pronampe precisam compartilhar seus dados de faturamento com as instituições financeiras pelo portal e-CAC , da Receita Federal. Sem essa autorização, a proposta não avança. O compartilhamento é feito na área de serviços do portal, mediante autenticação com certificado digital ou conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Também há regras de manutenção de emprego previstas na legislação do programa. A empresa contratante deve preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação, no período compreendido entre a data da contratação e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela. Linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas O BDMG disponibiliza linhas de crédito para empresas mineiras com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, organizadas por porte, finalidade e enquadramento. A contratação é feita pelo BDMG Digital ou por meio de correspondentes bancários, sem necessidade de ser correntista nem de adquirir outros produtos. As condições a seguir são as vigentes na data de publicação e estão sujeitas a análise de crédito, enquadramento, disponibilidade de recursos e vigência do produto. BDMG Pronampe Capital de Giro 48 meses Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: aumentar o giro da operação, equilibrar o fluxo de caixa ou reorganizar dívidas. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 8,09% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência . O valor máximo é de R$ 500 mil, e o limite de contratação corresponde a 30% da receita bruta da empresa em 2025 , respeitado esse teto. Empresas com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com juros de Selic mais 5,50% ao ano e tarifa reduzida. BDMG Pronampe Investimento Linha voltada a projetos de investimento, com o mesmo público das linhas de giro do programa: micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. A finalidade cobre reforma ou ampliação do negócio, aquisição de veículos ou mobiliário e compra de equipamentos. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,53% ao ano . O prazo total é de 72 meses, já incluídos 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 500 mil. Na condição Fidelidade, a taxa é de Selic mais 5,50% ao ano, com CET a partir de Selic mais 6,85% ao ano. O prazo mais longo é o que diferencia essa linha da modalidade de giro dentro do mesmo programa. Para um projeto cujo retorno se distribui ao longo de anos, 72 meses com carência de 12 tendem a produzir uma parcela mais compatível com o caixa do que uma operação de prazo curto. BDMG PROCRED 360 Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Procred 360, programa voltado a microempreendedores individuais e microempresas. É destinada a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: reforço do giro, equilíbrio do fluxo de caixa ou reorganização de dívidas. A taxa é de Selic mais 5,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,14% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 108 mil. Há condição especial para clientes Fidelidade, com taxa e tarifa reduzidas, aplicável a empresas sem restrições cadastrais e com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG. Para a microempresa que fatura até R$ 360 mil ao ano, essa costuma ser a linha de giro de comparação mais direta, com taxa nominal inferior à das linhas de giro do Pronampe. BDMG Giro Linha de capital de giro destinada a microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas localizadas em Minas Gerais, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões. Diferentemente das linhas anteriores, ela não depende de enquadramento em programa federal, o que simplifica a etapa de habilitação. A taxa parte de 17,27% ao ano, equivalente a 1,34% ao mês, com CET a partir de 25,01% ao ano . O prazo é de 12, 24 ou 36 meses, com carência prevista em contrato conforme a condição vigente, e o valor máximo é de R$ 420 mil. A análise de crédito é realizada em até uma hora. Clientes com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com taxa a partir de 17,10% ao ano e CET a partir de 24,77% ao ano. É uma alternativa a considerar quando a empresa precisa de giro e não se enquadra nos programas, quando os recursos dos programas não estão disponíveis no momento, ou quando o prazo mais curto é compatível com o ciclo do negócio. BDMG Fungetur Linha operada com recursos do Fungetur, com garantia do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas do setor de turismo com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. É pré-requisito que a empresa esteja registrada no Cadastur, o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, cujo registro é gratuito. A taxa parte de INPC mais 5,00% ao ano, equivalente a INPC mais 0,41% ao mês, com CET a partir de INPC mais 8,37% ao ano . O prazo é de 48 meses, sem carência, e o valor máximo é de R$ 250 mil. O produto é isento de IOF. O enquadramento no Cadastur abrange meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de restaurantes, bares e similares, centros de convenções, casas de espetáculos e locadoras de veículos para turistas, atendidas as condições próprias de cadastro. Comparação das condições O quadro abaixo reúne as condições principais das linhas para facilitar a leitura lado a lado.
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