Quais documentos preciso para solicitar crédito para capital de giro?

part • 8 de outubro de 2021

A dinâmica e a velocidade das mudanças no ambiente de negócios do cenário atual faz com que seja ainda mais fácil desafios e oportunidades surgirem a qualquer momento. 

Uma despesa excepcional ou uma oportunidade de desconto em uma negociação com seu fornecedor podem acender um alerta, indicando que ao final do mês o caixa não fechará no azul. O que fazer? Para 53% dos brasileiros, a solução foi recorrer a um financiamento, segundo uma pesquisa realizada pela fintech Bom Pra Crédito .

Os financiamentos on-line possuem características parecidas com a dos empréstimos tradicionais:

  • as instituições financeiras fazem análise de crédito das empresas;
  • há taxas de juros envolvidas no pagamento das parcelas.

No entanto, os financiamentos on-line são ainda mais vantajosos, pois sua contratação é feita via internet, sem a necessidade de ir até agências físicas de bancos ou financeiras e, em muitos casos, pode ser mais fácil e transparente visualizar os juros que você pagará por eles.

No BDMG Digital , nossa plataforma on-line para solicitação de crédito para capital de giro de micro e pequenas empresas, você pode escolher a condição ideal para sua empresa em apenas 4 passos.

Acesse nosso website e faça uma simulação do valor pretendido. Confirme os dados da proposta e envie para análise de crédito. Após a aprovação da proposta, é só enviar os documentos solicitados ao BDMG e o dinheiro é creditado na conta corrente da empresa.

Um homem está sentado em um sofá usando um laptop e um telefone celular.

Se você ainda tem dúvidas se solicitar crédito para capital de giro é uma boa opção para o seu negócio, leia este nosso conteúdo sobre o assunto.  

As solicitações de crédito empresarial on-line apresentam uma solução para desburocratizar e facilitar o acesso a esse tipo de produto, principalmente, aos pequenos negócios — na verdade, para mais da metade das micro e pequenas empresas , conseguir um financiamento ainda é uma tarefa difícil.

É importante lembrar que, ao solicitar um financiamento empresarial, você deve ter um bom planejamento financeiro para não prejudicar a saúde do seu negócio. Afinal, o crédito precisa ser um investimento que dá o fôlego necessário no seu fluxo de caixa e impulsiona o crescimento da sua micro ou pequena empresa. 

Faça uma simulação e confira a projeção de crédito para sua empresa ! 

Apesar da facilidade da iniciativa, muitas pessoas ainda têm questionamentos básicos principalmente em relação aos documentos necessários. 

Quais são os documentos necessários para solicitar crédito? 

Ao solicitar um financiamento, você deve preencher todas as informações corretamente e manter seus documentos organizados, pois a falta de um documento pode comprometer todo o processo com a instituição financeira e alongar a busca pelo crédito ideal. É importante lembrar que os bancos levam em consideração tudo o que você fornece na hora de avaliar o perfil de crédito da sua empresa.

Assim, para aumentar suas chances, é fundamental que você providencie a documentação completa solicitada pela instituição, principalmente os documentos que comprovam a situação financeira da sua empresa (como extratos ou demonstrativo da declaração do imposto de renda), e aqueles que comprovam que seu empreendimento cumpre com todas as obrigações fiscais e trabalhistas , as chamadas CNDs – Certidões Negativas de Débitos.

Com tudo em mãos, você evita uma série de erros e contratempos na sua busca por um financiamento. Organização é sempre muito importante, por isso, lembre-se dessa lição.

Documentos necessários para obter o crédito que sua empresa precisa

Na hora de buscar um financiamento empresarial , é comum que os empreendedores, especialmente os de primeira viagem, fiquem na dúvida sobre quais são os documentos exigidos para uma empresa obter financiamento.

Normalmente, existe uma lista de documentos padrão, mas, no BDMG DIGITAL, todo o processo de solicitação e análise da proposta de crédito é realizado on-line, sendo necessário o envio da documentação somente no ato da contratação. Ainda assim, a lista de documentos para solicitar crédito é simplificada e deve conter, por exemplo:

  • Certidão Negativa conjunta de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União;
  • Comprovante de endereço;
  • Certidão de casamento averbada (se casado);
  • Cópia de RG e CPF;
  • Certificado de Regularidade do recolhimento – CRF / FGTS;
  • PEP – Declaração para pessoa exposta politicamente;
  • Se optante pelo Simples Nacional, 12 últimos comprovantes de pagamento do Simples Nacional emitidos pelo portal e-CAC. Não pode haver parcelamento dos tributos dos últimos 3 meses;
  • Declaração de redução da alíquota de IOF;
  • Termo de Autorização para Consulta de Faturamento junto a SEF-MG;
  • Contrato assinado e com firmas reconhecidas;
  • D&A – Declarações e autorizações conforme modelo do BDMG.

A documentação pode variar de acordo com o resultado da análise de crédito, mas basicamente esses são os documentos necessários para solicitar crédito.

Caso você tenha dúvidas ou queira mais informações, basta entrar em contato com o nosso Núcleo de Apoio ao Cliente por meio do telefone (031) 3219-8000.

Uma mulher está sentada a uma mesa usando um tablet.

Tenho dívidas no meu CPF. Ainda posso solicitar um financiamento para minha empresa?

A análise cadastral da empresa e dos seus sócios é uma das variáveis consideradas na análise de crédito do BDMG, ou seja, pode interferir na aprovação do seu financiamento. Por isso, a sugestão é que realize a sua solicitação via internet para uma real avaliação das possibilidades de financiamento.

O momento certo de recorrer a um financiamento no banco é quando você puder usar o dinheiro para obter resultados que compensem os juros pagos. Faça sua simulação on-line e conheça as principais motivações que levaram os mais de 21 mil clientes do BDMG a usarem nosso crédito para capital de giro.

Crédito barato para empresas mineiras que faturam

até R$ 4,8 milhões/ano

Simulação Online

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O que é empréstimo para empresa O empréstimo para empresa é uma operação de crédito contratada por pessoa jurídica, na qual a instituição financeira disponibiliza um valor e a empresa se compromete a devolvê-lo em parcelas, com taxa, prazo e encargos definidos em contrato. Na prática, o termo cobre modalidades bastante distintas entre si, e é essa distinção que costuma definir se a contratação vai funcionar ou pressionar o caixa. A pergunta que organiza a escolha é objetiva: para que o recurso será usado? A resposta define a finalidade , e a finalidade define qual linha faz sentido consultar. Um recurso destinado a cobrir despesas operacionais em um mês de faturamento menor tem uma lógica de prazo e carência diferente de um recurso destinado a comprar um equipamento que só começa a gerar retorno depois de instalado e em operação. Analisar apenas o valor liberado ou o tamanho da parcela deixa a decisão incompleta. Uma parcela aparentemente confortável pode estar associada a um prazo curto demais para o ciclo do negócio, ou a uma finalidade que não corresponde ao que a empresa realmente precisa fazer com o dinheiro. Antes de comparar propostas, vale identificar em qual das três lógicas a necessidade se encaixa. Empréstimo, financiamento e linha de crédito: o que muda na prática Os três termos circulam como sinônimos no dia a dia, mas descrevem coisas diferentes dentro de uma operação de crédito. Entender a distinção ajuda a ler condições com mais precisão e a conversar com a instituição financeira usando os mesmos critérios que ela usa para enquadrar a proposta. O empréstimo costuma ter uso mais flexível. Depois da liberação, o recurso pode ser direcionado a diferentes necessidades operacionais conforme as regras contratadas, como pagamento de fornecedores, compra de estoque, folha, tributos e despesas fixas. É a lógica das operações de capital de giro . O financiamento costuma estar vinculado a uma finalidade específica, normalmente ligada à aquisição de um bem ou à execução de um projeto: máquinas, equipamentos, veículos, mobiliário, reforma, ampliação ou modernização da estrutura. O prazo tende a ser maior, porque acompanha o tempo de retorno do investimento. Já a linha de crédito é o produto que a instituição financeira estrutura para um determinado público, com regras próprias de enquadramento . Uma mesma empresa pode ter acesso a mais de uma linha, e a escolha entre elas depende de faturamento anual, tempo de existência, setor de atuação, localização, histórico de relacionamento e finalidade pretendida. É por isso que a comparação útil não é entre bancos em abstrato, e sim entre linhas específicas, com as condições de cada uma na mesa. Quando usar capital de giro O capital de giro é a modalidade indicada quando o problema está no ciclo financeiro da operação, ou seja, no intervalo entre o momento em que a empresa paga e o momento em que recebe. Ele sustenta a rotina do negócio, desde a compra de insumos ou mercadorias até a entrada efetiva do dinheiro das vendas. Esse descasamento aparece em praticamente todos os setores. Uma loja compra estoque à vista e vende parcelado. Uma prestadora de serviços paga equipe, tributos e aluguel antes de receber dos clientes. Uma indústria compra matéria-prima agora e fatura apenas depois de produzir e entregar. Em todos esses casos, o recurso de giro cobre a distância entre a saída e a entrada. Há também o uso ligado a oportunidade comercial. Uma empresa que precisa formar estoque antes de uma data de maior movimento consegue negociar preço, prazo e volume com o fornecedor se tiver recurso disponível na hora certa. Quando espera a entrada de caixa para só então comprar, costuma perder as três coisas. O cuidado central é de horizonte. Capital de giro atravessa um período delimitado. Quando é usado repetidamente para cobrir uma operação que já perde rentabilidade de forma estrutural, ele posterga um problema que exige revisão de preços, custos, prazos de recebimento e inadimplência. Antes de contratar, vale mapear quanto entra, quanto sai, quais despesas são recorrentes e em quanto tempo o caixa se recompõe. Quando usar financiamento de investimento O financiamento faz mais sentido quando o recurso será aplicado em algo que amplia a capacidade da empresa e gera retorno ao longo do tempo. A lógica muda: o crédito deixa de cobrir uma diferença temporária de caixa e passa a viabilizar um projeto com resultado esperado. Uma indústria que adquire um equipamento novo pode aumentar produção, reduzir desperdício e atender mais pedidos. Um restaurante que moderniza a cozinha pode ganhar eficiência e ampliar capacidade de atendimento. Uma clínica que reforma o espaço pode oferecer novos serviços. Uma loja que amplia a estrutura pode reorganizar o fluxo de clientes e o potencial de venda. Nesses casos, o prazo de pagamento precisa acompanhar o tempo de retorno. Um equipamento que leva meses para entrar em regime pleno de operação não combina com uma operação de prazo curto. É aqui que a carência ganha peso prático: ela dá à empresa um intervalo antes do início da amortização, justamente o período em que o investimento ainda está sendo implantado. O cálculo também precisa considerar o projeto inteiro, e não apenas o item principal. Uma reforma envolve material, mão de obra, adequações elétricas, comunicação visual e dias de operação reduzida. Um equipamento pode exigir instalação, treinamento, manutenção e insumos adicionais. Financiar apenas o orçamento inicial costuma gerar necessidade de uma segunda operação no meio do caminho, em condições menos favoráveis. Quando considerar Pronampe O Pronampe é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas e empresas de pequeno porte. Ele não é uma modalidade em si, e sim um enquadramento: dentro dele existem linhas de capital de giro e linhas de investimento, com condições próprias em cada instituição operadora. Isso torna o Pronampe uma alternativa a ser comparada, e não uma resposta automática. Uma empresa que precisa equilibrar o caixa pode avaliar a modalidade de giro. Uma empresa que quer adquirir equipamento ou reformar pode avaliar a modalidade de investimento. Em ambos os casos, a decisão passa por taxa, Custo Efetivo Total (CET) , prazo, carência, limite e impacto da parcela no fluxo de caixa. Existe um requisito operacional que precisa ser resolvido antes da consulta. Em 2026, as empresas interessadas em contratar o Pronampe precisam compartilhar seus dados de faturamento com as instituições financeiras pelo portal e-CAC , da Receita Federal. Sem essa autorização, a proposta não avança. O compartilhamento é feito na área de serviços do portal, mediante autenticação com certificado digital ou conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Também há regras de manutenção de emprego previstas na legislação do programa. A empresa contratante deve preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação, no período compreendido entre a data da contratação e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela. Linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas O BDMG disponibiliza linhas de crédito para empresas mineiras com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, organizadas por porte, finalidade e enquadramento. A contratação é feita pelo BDMG Digital ou por meio de correspondentes bancários, sem necessidade de ser correntista nem de adquirir outros produtos. As condições a seguir são as vigentes na data de publicação e estão sujeitas a análise de crédito, enquadramento, disponibilidade de recursos e vigência do produto. BDMG Pronampe Capital de Giro 48 meses Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: aumentar o giro da operação, equilibrar o fluxo de caixa ou reorganizar dívidas. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 8,09% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência . O valor máximo é de R$ 500 mil, e o limite de contratação corresponde a 30% da receita bruta da empresa em 2025 , respeitado esse teto. Empresas com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com juros de Selic mais 5,50% ao ano e tarifa reduzida. BDMG Pronampe Investimento Linha voltada a projetos de investimento, com o mesmo público das linhas de giro do programa: micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. A finalidade cobre reforma ou ampliação do negócio, aquisição de veículos ou mobiliário e compra de equipamentos. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,53% ao ano . O prazo total é de 72 meses, já incluídos 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 500 mil. Na condição Fidelidade, a taxa é de Selic mais 5,50% ao ano, com CET a partir de Selic mais 6,85% ao ano. O prazo mais longo é o que diferencia essa linha da modalidade de giro dentro do mesmo programa. Para um projeto cujo retorno se distribui ao longo de anos, 72 meses com carência de 12 tendem a produzir uma parcela mais compatível com o caixa do que uma operação de prazo curto. BDMG PROCRED 360 Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Procred 360, programa voltado a microempreendedores individuais e microempresas. É destinada a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: reforço do giro, equilíbrio do fluxo de caixa ou reorganização de dívidas. A taxa é de Selic mais 5,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,14% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 108 mil. Há condição especial para clientes Fidelidade, com taxa e tarifa reduzidas, aplicável a empresas sem restrições cadastrais e com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG. Para a microempresa que fatura até R$ 360 mil ao ano, essa costuma ser a linha de giro de comparação mais direta, com taxa nominal inferior à das linhas de giro do Pronampe. BDMG Giro Linha de capital de giro destinada a microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas localizadas em Minas Gerais, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões. Diferentemente das linhas anteriores, ela não depende de enquadramento em programa federal, o que simplifica a etapa de habilitação. A taxa parte de 17,27% ao ano, equivalente a 1,34% ao mês, com CET a partir de 25,01% ao ano . O prazo é de 12, 24 ou 36 meses, com carência prevista em contrato conforme a condição vigente, e o valor máximo é de R$ 420 mil. A análise de crédito é realizada em até uma hora. Clientes com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com taxa a partir de 17,10% ao ano e CET a partir de 24,77% ao ano. É uma alternativa a considerar quando a empresa precisa de giro e não se enquadra nos programas, quando os recursos dos programas não estão disponíveis no momento, ou quando o prazo mais curto é compatível com o ciclo do negócio. BDMG Fungetur Linha operada com recursos do Fungetur, com garantia do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas do setor de turismo com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. É pré-requisito que a empresa esteja registrada no Cadastur, o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, cujo registro é gratuito. A taxa parte de INPC mais 5,00% ao ano, equivalente a INPC mais 0,41% ao mês, com CET a partir de INPC mais 8,37% ao ano . O prazo é de 48 meses, sem carência, e o valor máximo é de R$ 250 mil. O produto é isento de IOF. O enquadramento no Cadastur abrange meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de restaurantes, bares e similares, centros de convenções, casas de espetáculos e locadoras de veículos para turistas, atendidas as condições próprias de cadastro. Comparação das condições O quadro abaixo reúne as condições principais das linhas para facilitar a leitura lado a lado.
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