ProCred 360: o que é, quem pode contratar e como funciona

Marcos Favero • 3 de setembro de 2026

Para uma microempresa, ter acesso a crédito com taxas competitivas faz muitadiferença na hora de reforçar o caixa, comprar insumos ou colocar um plano de investimento em prática. Por apresentarem um porte mais enxuto, encontrar linhas de crédito com condições adequadas ao faturamento do negócio nem sempre é simples. E nesse contexto, o ProCred 360 aparece como uma alternativa para quem precisa reforçar o capital de giro do seu negócio. 


O ProCred 360 é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas com faturamento anual de até
R$ 360 mil, com condições adequadas de carência, taxa e prazo de financiamento. Neste conteúdo explicamos o que é o ProCred 360, quem pode contratar, como o crédito funciona na prática e como contratar esta  linha de crédito oferecida pelo BDMG para as microempresas mineiras.


O que é o ProCred 360?

O ProCred 360 é um programa federal de apoio ao crédito criado para ampliar o acesso a financiamento por parte de microempresas com faturamento anual de até R$360 mil. 


Com base neste programa, várias instituições financeiras criaram suas linhas de crédito com  condições próprias de taxa, prazo, carência e processo de contratação. 


O BDMG é uma dessas instituições e opera o Crédito BDMG ProCred 360, linha voltada a micro empresas mineiras com o objetivo de apoiar o fortalecimento do capital de giro, equilibrar o fluxo de caixa ou a reorganização de dívidas, entre outras possibilidades para o uso dos recursos.

Como funciona o ProCred 360?

Na prática, o ProCred 360 funciona como uma linha de crédito para capital de giro. 

Para acessar essa linha, a empresa precisa atender aos critérios de faturamento e tempo de atividade definidos pelo BDMG, além de passar pela análise de crédito.


O processo segue a seguinte sequência: : primeiro, a empresa realiza uma simulação para conhecer valores e prazos disponíveis; depois, envia dados cadastrais da empresa e dos sócios, incluindo o compartilhamento de informações fiscais; em seguida, a instituição analisa o pedido e retorna com uma proposta; por fim, após a validação da documentação, o crédito é liberado na conta da empresa.


Quem pode contratar o ProCred 360?

De forma geral, o ProCred 360 é destinado a microempresas que atendam aos seguintes critérios: 

Critério Regra geral
Porte da empresa Microempresa
Faturamento anual Até R$ 360 mil no ano-calendário
Tempo de atividade Em geral, no mínimo 12 meses de constituição
Situação fiscal Regularidade perante tributos federais
Análise de crédito Sujeita às condições e à política do BDMG

Para confirmar se a sua empresa se enquadra e verificar as condições disponíveis, o melhor caminho  é fazer uma simulação no site do BDMG. O processo é 100% digital, rápido e não significa nenhum compromisso antecipado. 


Para que o crédito ProCred pode ser usado?

O crédito obtido por meio do ProCred 360 costuma ser voltado à manutenção e ao desenvolvimento da atividade da empresa, o que abre espaço para diferentes aplicações práticas no dia a dia do negócio. 


Entre os usos mais comuns está o reforço do capital de giro, recurso que ajuda a equilibrar o caixa em períodos de vendas mais baixas ou de maior necessidade de estoque.


O recurso também costuma ser direcionado à compra de insumos e mercadorias, ao pagamento de despesas operacionais e à reorganização de dívidas de curto prazo, trocando modalidades mais caras, como cheque especial ou parcelamento de cartão, por um financiamento com prazo definido e custo mais previsível. 


Pequenas melhorias na estrutura do negócio, como reformas simples ou aquisição de equipamentos de menor porte, também costumam estar entre as finalidades permitidas, sempre conforme as regras específicas de cada linha.


Um ponto de atenção é que o crédito é destinado à atividade empresarial, e não à distribuição de lucros entre sócios. Antes de contratar, vale planejar exatamente para qual finalidade o recurso será usado, o que ajuda tanto na análise de crédito quanto na escolha do valor e do prazo mais adequados para a operação.


Quando o crédito pode fazer sentido para a sua empresa?

Nem toda empresa precisa de crédito no mesmo momento, e entender o cenário em que a operação faz sentido ajuda a tomar uma decisão mais consciente. 


Se o caixa está apertado em determinado período do ano, por sazonalidade de vendas ou por um descompasso entre pagamento a fornecedores e recebimento de clientes, o crédito pode servir como uma ponte para manter a operação equilibrada até a normalização do fluxo.


Se existe uma oportunidade concreta de investimento, como a compra de um equipamento que aumenta a produtividade ou a possibilidade de adquirir insumos com desconto à vista, o crédito planejado pode viabilizar essa decisão sem comprometer as reservas da empresa. 


Se o negócio está em expansão, seja abrindo uma nova unidade, seja ampliando a capacidade de atendimento, o crescimento também costuma exigir recursos que nem sempre estão disponíveis apenas com capital próprio.


Em qualquer um desses cenários, a decisão de contratar crédito deve levar em conta a capacidade de pagamento da empresa e o impacto das parcelas no fluxo de caixa futuro, tema que será retomado mais adiante neste conteúdo.


Crédito BDMG ProCred 360: uma opção para a sua microempresa

Dentro do programa ProCred 360, o BDMG oferece o Crédito BDMG ProCred 360, linha voltada a microempresas mineiras com faturamento anual de até R$ 360 mil e, em geral, no mínimo 12 meses de existência. 


A linha é apresentada em duas modalidades: a modalidade padrão, chamada BDMG Giro ProCred 360, e a modalidade BDMG Fidelidade ProCred 360, com condições diferenciadas para empresas que já possuem histórico de relacionamento com o banco.


Na modalidade padrão, o BDMG trabalha com taxa a partir de Selic + 5,00% ao ano, equivalente a Selic + 0,41% ao mês, e Custo Efetivo Total (CET) a partir de Selic + 7,14% ao ano. 


Já na modalidade Fidelidade, a taxa informada pelo banco é de Selic + 4,75% ao ano, com CET a partir de Selic + 6,54% ao ano. Em ambos os casos, o prazo total é de 48 meses, já incluída uma carência de até 12 meses para início do pagamento das parcelas, e o valor máximo disponível é de R$ 108 mil por empresa


Essas condições estão sujeitas a análise de crédito, disponibilidade de recursos e vigência do produto, por isso o ideal é sempre confirmar os valores atualizados em uma simulação.


A tarifa de abertura e acompanhamento de crédito também varia conforme a modalidade, ficando em 2,50% do valor bruto contratado na linha padrão e em 3,00% na linha Fidelidade. 


Sobre o valor financiado, incide ainda o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com alíquotas específicas para empresas do Simples Nacional e para as demais optantes tributárias, informação que também consta na simulação antes da contratação.


Diferenciais da contratação pelo BDMG

Outros pontos do processo de contratação, e não apenas a taxa ou o prazo, também costumam pesar na escolha da instituição financeira.


O processo de contratação do Crédito BDMG ProCred 360 é conduzido de forma digital, o que permite simular, enviar documentos e acompanhar a proposta sem a necessidade de deslocamento até uma agência. 


A empresa também não precisa manter conta corrente no BDMG nem contratar produtos adicionais, como seguros ou planos de previdência, para acessar a linha.


Outro ponto observado no processo é que não há exigência de relacionamento comercial prévio com o banco para solicitar o Crédito BDMG ProCred 360 na modalidade padrão. Empresas que preferem apoio presencial também podem contar com correspondentes bancários credenciados em diferentes municípios de Minas Gerais, sem cobrança adicional pela intermediação.


Crédito BDMG ProCred 360: Sua microempresa pode ter acesso a uma linha de crédito dentro do ProCred 360, com taxas a partir de Selic + 4,50% ao ano e prazo de até 48 meses. Confira as condições vigentes e faça uma simulação gratuita, sem compromisso. Simule agora.


O que avaliar antes de contratar o ProCred 360?

Antes de assinar qualquer contrato de crédito, vale reservar um tempo para avaliar se a operação realmente cabe no orçamento da empresa. 


O primeiro ponto é calcular a capacidade de pagamento, ou seja, quanto do faturamento mensal pode ser comprometido com a parcela sem prejudicar despesas fixas, fornecedores e folha de pagamento.


Também é importante definir o valor realmente necessário para a finalidade pretendida, evitando contratar um montante maior do que o preciso apenas porque o limite disponível permite. 


O prazo de pagamento e o Custo Efetivo Total (CET) merecem atenção especial, já que esse indicador reúne juros, tarifas e demais encargos em um único percentual, o que permite comparar propostas de forma mais transparente.


Por fim, vale simular como as parcelas vão impactar o fluxo de caixa da empresa depois do período de carência, quando a amortização do valor principal começa. 


Um planejamento financeiro simples, considerando entradas e saídas previstas para os próximos meses, ajuda a confirmar se o crédito vai apoiar o negócio sem criar uma nova fonte de aperto financeiro.


ProCred 360 e a necessidade da sua empresa: um comparativo simples

Cada situação de caixa costuma indicar um tipo diferente de necessidade financeira. O quadro abaixo resume, de forma simplificada, como algumas situações comuns de microempresas se relacionam com possíveis usos do crédito.

Situação da empresa Possível necessidade
Caixa apertado em determinado período Capital de giro
Necessidade de comprar insumos ou mercadorias Reforço de caixa
Oportunidade de investimento ou expansão Recursos para investimento
Dívidas de curto prazo com custo elevado Reorganização de dívidas

Esse tipo de comparação não substitui uma análise financeira detalhada, mas ajuda o empreendedor a identificar, de forma inicial, qual finalidade está mais próxima da realidade da empresa antes de buscar uma simulação de crédito.


Perguntas frequentes sobre o ProCred 360

A seguir, estão reunidas as dúvidas mais comuns de quem pesquisa sobre o ProCred 360 e sobre o Crédito BDMG ProCred 360.


O que é o ProCred 360?

O ProCred 360 é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil.


Quem pode contratar o Crédito BDMG ProCred 360?

Em geral, podem contratar micro empresas sediadas em Minas Gerais, com faturamento anual de até R$ 360 mil e, no mínimo 12 meses de existência, desde que atendam à análise de crédito e à regularidade fiscal exigida pelo BDMG.


Qual é o valor máximo do ProCred 360 no BDMG?

No BDMG, o valor disponível para o Crédito BDMG ProCred 360 chega a até R$ 108 mil por empresa, respeitando o limite calculado sobre o faturamento anual e a aprovação na análise de crédito.


Qual o prazo e a carência do Crédito BDMG ProCred 360?

O prazo total é de 48 meses, incluindo um período de carência de até 12 meses, durante o qual a empresa paga apenas os encargos financeiros da operação.


O que se paga durante o período de carência?

Durante a carência, a cobrança se limita aos juros e às tarifas contratuais. A amortização do valor principal começa apenas depois desse período, conforme o cronograma definido no contrato.


Quais são as taxas de juros do Crédito BDMG ProCred 360?

Na modalidade padrão, a taxa informada pelo BDMG é de Selic + 5,00% ao ano. Na modalidade Fidelidade, voltada a clientes com histórico de relacionamento com o banco, a taxa é de Selic +4,75% ao ano. Os valores de Custo Efetivo Total e as tarifas aplicáveis devem ser conferidos na simulação, já que podem sofrer ajustes ao longo do tempo.


É preciso abrir conta corrente ou contratar outros produtos para acessar a linha?

Não. A contratação do Crédito BDMG ProCred 360 não exige abertura de conta corrente no BDMG nem a contratação de produtos adicionais, como seguros ou planos de previdência.


Para quais finalidades o crédito pode ser usado?

O recurso costuma ser aplicado em capital de giro, compra de insumos, reforço de caixa e reorganização de dívidas de curto prazo, sendo vedada a destinação para distribuição de lucros entre sócios.


Como simular e contratar o Crédito BDMG ProCred 360?

A simulação é feita de forma digital, informando o valor e o prazo desejados. Depois do envio dos dados cadastrais da empresa e dos sócios, o BDMG realiza a análise de crédito e, após a validação da documentação, os recursos são liberados na conta da empresa.


Considere o próximo passo com planejamento

Entender como funciona o ProCred 360 é o primeiro passo para avaliar se essa linha de crédito faz sentido para a sua microempresa. O passo seguinte é olhar para a necessidade real do negócio, seja reforçar o caixa, comprar insumos ou reorganizar dívidas, e comparar essa necessidade com as condições vigentes de cada linha disponível.


Se a sua empresa está dentro do faturamento previsto pelo programa e busca uma opção de ProCred 360, conheça o Crédito BDMG ProCred 360, confira as condições atualizadas e faça uma simulação sem compromisso para avaliar o valor e o prazo mais adequados ao momento do seu negócio. Simule seu Crédito BDMG ProCred 360.


Produto sujeito à análise de crédito, enquadramento no programa ProCred 360 e disponibilidade de recursos. Condições de taxa, prazo, carência e tarifas podem ser alteradas conforme a vigência do produto e devem ser confirmadas diretamente na simulação ou nos canais oficiais do BDMG antes da contratação.


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O que é empréstimo para empresa O empréstimo para empresa é uma operação de crédito contratada por pessoa jurídica, na qual a instituição financeira disponibiliza um valor e a empresa se compromete a devolvê-lo em parcelas, com taxa, prazo e encargos definidos em contrato. Na prática, o termo cobre modalidades bastante distintas entre si, e é essa distinção que costuma definir se a contratação vai funcionar ou pressionar o caixa. A pergunta que organiza a escolha é objetiva: para que o recurso será usado? A resposta define a finalidade , e a finalidade define qual linha faz sentido consultar. Um recurso destinado a cobrir despesas operacionais em um mês de faturamento menor tem uma lógica de prazo e carência diferente de um recurso destinado a comprar um equipamento que só começa a gerar retorno depois de instalado e em operação. Analisar apenas o valor liberado ou o tamanho da parcela deixa a decisão incompleta. 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O financiamento costuma estar vinculado a uma finalidade específica, normalmente ligada à aquisição de um bem ou à execução de um projeto: máquinas, equipamentos, veículos, mobiliário, reforma, ampliação ou modernização da estrutura. O prazo tende a ser maior, porque acompanha o tempo de retorno do investimento. Já a linha de crédito é o produto que a instituição financeira estrutura para um determinado público, com regras próprias de enquadramento . Uma mesma empresa pode ter acesso a mais de uma linha, e a escolha entre elas depende de faturamento anual, tempo de existência, setor de atuação, localização, histórico de relacionamento e finalidade pretendida. É por isso que a comparação útil não é entre bancos em abstrato, e sim entre linhas específicas, com as condições de cada uma na mesa. Quando usar capital de giro O capital de giro é a modalidade indicada quando o problema está no ciclo financeiro da operação, ou seja, no intervalo entre o momento em que a empresa paga e o momento em que recebe. Ele sustenta a rotina do negócio, desde a compra de insumos ou mercadorias até a entrada efetiva do dinheiro das vendas. Esse descasamento aparece em praticamente todos os setores. Uma loja compra estoque à vista e vende parcelado. Uma prestadora de serviços paga equipe, tributos e aluguel antes de receber dos clientes. Uma indústria compra matéria-prima agora e fatura apenas depois de produzir e entregar. Em todos esses casos, o recurso de giro cobre a distância entre a saída e a entrada. Há também o uso ligado a oportunidade comercial. Uma empresa que precisa formar estoque antes de uma data de maior movimento consegue negociar preço, prazo e volume com o fornecedor se tiver recurso disponível na hora certa. 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Em 2026, as empresas interessadas em contratar o Pronampe precisam compartilhar seus dados de faturamento com as instituições financeiras pelo portal e-CAC , da Receita Federal. Sem essa autorização, a proposta não avança. O compartilhamento é feito na área de serviços do portal, mediante autenticação com certificado digital ou conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Também há regras de manutenção de emprego previstas na legislação do programa. A empresa contratante deve preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação, no período compreendido entre a data da contratação e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela. Linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas O BDMG disponibiliza linhas de crédito para empresas mineiras com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, organizadas por porte, finalidade e enquadramento. A contratação é feita pelo BDMG Digital ou por meio de correspondentes bancários, sem necessidade de ser correntista nem de adquirir outros produtos. As condições a seguir são as vigentes na data de publicação e estão sujeitas a análise de crédito, enquadramento, disponibilidade de recursos e vigência do produto. BDMG Pronampe Capital de Giro 48 meses Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: aumentar o giro da operação, equilibrar o fluxo de caixa ou reorganizar dívidas. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 8,09% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência . O valor máximo é de R$ 500 mil, e o limite de contratação corresponde a 30% da receita bruta da empresa em 2025 , respeitado esse teto. Empresas com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com juros de Selic mais 5,50% ao ano e tarifa reduzida. BDMG Pronampe Investimento Linha voltada a projetos de investimento, com o mesmo público das linhas de giro do programa: micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. A finalidade cobre reforma ou ampliação do negócio, aquisição de veículos ou mobiliário e compra de equipamentos. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,53% ao ano . O prazo total é de 72 meses, já incluídos 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 500 mil. Na condição Fidelidade, a taxa é de Selic mais 5,50% ao ano, com CET a partir de Selic mais 6,85% ao ano. O prazo mais longo é o que diferencia essa linha da modalidade de giro dentro do mesmo programa. Para um projeto cujo retorno se distribui ao longo de anos, 72 meses com carência de 12 tendem a produzir uma parcela mais compatível com o caixa do que uma operação de prazo curto. BDMG PROCRED 360 Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Procred 360, programa voltado a microempreendedores individuais e microempresas. É destinada a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: reforço do giro, equilíbrio do fluxo de caixa ou reorganização de dívidas. A taxa é de Selic mais 5,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,14% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 108 mil. Há condição especial para clientes Fidelidade, com taxa e tarifa reduzidas, aplicável a empresas sem restrições cadastrais e com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG. Para a microempresa que fatura até R$ 360 mil ao ano, essa costuma ser a linha de giro de comparação mais direta, com taxa nominal inferior à das linhas de giro do Pronampe. BDMG Giro Linha de capital de giro destinada a microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas localizadas em Minas Gerais, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões. Diferentemente das linhas anteriores, ela não depende de enquadramento em programa federal, o que simplifica a etapa de habilitação. A taxa parte de 17,27% ao ano, equivalente a 1,34% ao mês, com CET a partir de 25,01% ao ano . O prazo é de 12, 24 ou 36 meses, com carência prevista em contrato conforme a condição vigente, e o valor máximo é de R$ 420 mil. A análise de crédito é realizada em até uma hora. Clientes com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com taxa a partir de 17,10% ao ano e CET a partir de 24,77% ao ano. É uma alternativa a considerar quando a empresa precisa de giro e não se enquadra nos programas, quando os recursos dos programas não estão disponíveis no momento, ou quando o prazo mais curto é compatível com o ciclo do negócio. BDMG Fungetur Linha operada com recursos do Fungetur, com garantia do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas do setor de turismo com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. É pré-requisito que a empresa esteja registrada no Cadastur, o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, cujo registro é gratuito. A taxa parte de INPC mais 5,00% ao ano, equivalente a INPC mais 0,41% ao mês, com CET a partir de INPC mais 8,37% ao ano . O prazo é de 48 meses, sem carência, e o valor máximo é de R$ 250 mil. O produto é isento de IOF. O enquadramento no Cadastur abrange meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de restaurantes, bares e similares, centros de convenções, casas de espetáculos e locadoras de veículos para turistas, atendidas as condições próprias de cadastro. Comparação das condições O quadro abaixo reúne as condições principais das linhas para facilitar a leitura lado a lado.
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O ponto central envolve identificar o que essa transição pode representar na prática para o dia a dia do negócio, inclusive no planejamento financeiro que sustenta a operação e os projetos futuros. Embora a adequação fiscal seja essencial, as empresas que também mantêm uma gestão financeira organizada tendem a lidar melhor com os desafios e oportunidades desse período de transição. Vale lembrar que o cronograma da reforma é gradual justamente para dar tempo de adaptação às empresas, mas o assunto não deve ficar para depois. O período de testes é o momento mais indicado para revisar processos e planejamento financeiro com calma, antes que a cobrança efetiva dos novos tributos comece a valer. O que pode mudar na rotina das micro e pequenas empresas? Entre os pontos que já entraram na pauta de contadores e empresários estão os sistemas e a emissão de notas fiscais, os processos fiscais internos, a formação de preços, os custos, as margens, e a relação com fornecedores. Cada um desses pontos pode exigir um nível diferente de atenção, dependendo do segmento e do porte da empresa, mas todos eles têm em comum a necessidade de revisão de rotinas que, até então, funcionavam de uma forma já conhecida. Empresas optantes pelo Simples Nacional mantêm seu regime simplificado de recolhimento, mas também precisam acompanhar as novas obrigações que já aparecem nos documentos fiscais e as decisões que o restante da cadeia produtiva vai tomando ao longo da transição, especialmente em relações comerciais com empresas de outros portes e regimes. Ainda que o impacto direto seja mais gradual para quem está no Simples, entender o contexto ajuda a antecipar decisões. Adaptar-se a esses pontos pode gerar necessidade de recursos. Uma empresa que precisa atualizar um sistema, adquirir equipamentos, reorganizar sua estrutura ou simplesmente garantir maior disponibilidade de caixa durante o período de ajuste encontra no planejamento financeiro uma etapa tão relevante quanto a própria adequação fiscal. É nesse ponto que duas necessidades começam a aparecer com mais clareza: manter o capital de giro da operação em dia e planejar os investimentos que a atualização do negócio pode exigir. O impacto da Reforma Tributária também passa pelo caixa Olhar apenas para os tributos em si pode não ser suficiente para entender o tamanho da mudança. A transição também se conecta diretamente à gestão financeira da empresa, e vale observar de perto como ela pode afetar o fluxo de caixa. Fluxo de caixa Durante um período de ajuste, manter recursos disponíveis para despesas e compromissos da empresa ganha ainda mais importância. Contas a pagar, folha de pagamento e fornecedores continuam em dia enquanto o negócio se adapta às novas rotinas fiscais, e isso exige previsibilidade financeira em um momento em que outras áreas da empresa também estão em processo de ajuste. Quando o caixa fica mais apertado nesse processo, o crédito para capital de giro se torna uma ferramenta de apoio, dando fôlego para que a operação continue funcionando normalmente enquanto os ajustes internos são concluídos. Ter esse recurso disponível, ou ao menos mapeado como opção, evita que decisões importantes precisem ser tomadas sob pressão. Uma boa prática nesse momento é simular diferentes cenários de caixa para os próximos meses, considerando o tempo que a adaptação aos novos processos fiscais pode levar. Esse exercício simples ajuda a identificar com antecedência em quais períodos o capital de giro pode ser mais necessário, em vez de descobrir isso apenas quando o caixa já está apertado. Formação de preços e margens Acompanhar custos e margens durante a transição também merece atenção. Mudanças na forma de apurar tributos podem influenciar a composição de preços ao longo dos próximos anos, e entender esse impacto com antecedência ajuda a evitar surpresas na rentabilidade do negócio, especialmente para empresas que trabalham com margens mais estreitas. Aqui, o crédito para capital de giro pode funcionar como ferramenta complementar de gestão financeira, dando à empresa espaço para revisar sua precificação com calma, sem comprometer o caixa do dia a dia enquanto os ajustes de custo e margem são feitos. Empresas que dependem de fornecedores em diferentes elos da cadeia também tendem a sentir esse efeito de forma indireta, já que decisões tomadas por fornecedores e clientes durante a transição podem influenciar preços e prazos de pagamento. Acompanhar esse movimento de perto ajuda a antecipar ajustes na própria formação de preços. Sistemas, equipamentos e modernização Muitas empresas vão identificar a necessidade de atualizar processos, tecnologia ou estrutura para acompanhar as novas exigências fiscais. Um sistema de emissão de notas desatualizado, um processo manual demais ou uma estrutura pouco integrada pode se tornar um gargalo justamente no momento em que a empresa precisa de mais agilidade e organização. Nesses casos, uma linha de investimento pode viabilizar a modernização sem que isso signifique comprometer todo o capital próprio disponível para outras finalidades da empresa, permitindo planejar a atualização de sistemas e equipamentos em etapas mais confortáveis para o caixa. Mapear essas necessidades com antecedência, junto ao contador e à equipe responsável pelos sistemas da empresa, ajuda a dimensionar melhor o investimento necessário e a evitar contratações de última hora, feitas às pressas por conta de um prazo legal se aproximando. Crédito para capital de giro: mais fôlego para manter a operação O crédito para capital de giro pode ser utilizado para atender necessidades financeiras da operação, ajudando a empresa a manter seu funcionamento e administrar o fluxo de caixa mesmo em períodos de ajuste, como o que a transição tributária está trazendo para o dia a dia dos negócios. Entre os benefícios dessa linha estão o reforço do caixa, mais previsibilidade financeira, a manutenção da operação em dia, a possibilidade de reorganizar compromissos e mais flexibilidade para lidar com necessidades de curto prazo. Para uma empresa que está no meio de um processo de adaptação fiscal, esse tipo de fôlego pode ser justamente o que falta para atravessar o período com mais tranquilidade, principalmente pela variabilidade de algumas despesas que precisam ser realizadas e não foram previstas inicialmente. O BDMG Pronampe, na modalidade Capital de Giro, está entre as opções destinadas a micro e pequenas empresas, sempre de acordo com as condições vigentes no momento da contratação e sujeitas à análise de crédito e ao enquadramento de cada empresa na linha. Precisa reforçar o caixa da sua empresa? Conheça as condições de capital de giro do BDMG . Investimento: prepare sua empresa para os próximos passos Investir costuma ser associado a gasto, mas também pode ser entendido como preparação para o que vem a seguir. Comprar máquinas, atualizar sistemas e tecnologia, reformar o espaço, modificar ou reestruturar a operação diante dos novos fluxos de capital, são exemplos concretos de como esse tipo de crédito pode ser utilizado por uma micro ou pequena empresa. Se a empresa já identificou que precisa modernizar sua estrutura para acompanhar as mudanças em curso, avaliar o financiamento desse investimento pode ser uma alternativa a comprometer todo o caixa de uma só vez. Dividir esse esforço entre capital próprio e uma linha de crédito planejada costuma dar mais equilíbrio para o restante da operação continuar funcionando normalmente. O BDMG Pronampe, na modalidade Investimento, e outras linhas de investimento do portfólio vigente estão entre as opções voltadas para esse tipo de necessidade, sempre conforme as condições, os critérios e a análise de crédito aplicáveis a cada produto. Conheça as condições de capital para investimento do BDMG . 5 movimentos para preparar sua empresa para 2026 Organizar a preparação da empresa em etapas pode facilitar bastante o processo, tornando algo que parece complexo em uma sequência de decisões mais simples de conduzir. O primeiro movimento é entender como a reforma tributária afeta o negócio , buscando orientação de um contador ou profissional especializado que conheça a realidade da empresa e possa traduzir as mudanças em termos práticos, sem depender apenas de informações genéricas encontradas na internet. Defina um cronograma, mapeando as principais datas e pontos de tomada de decisão para não perder nenhuma etapa crítica para o seu negócio. O segundo movimento é revisar o fluxo de caixa , identificando com antecedência as necessidades futuras de recursos e os períodos em que o caixa pode ficar mais apertado. O terceiro movimento é mapear os investimentos necessários , listando equipamentos, tecnologia, reformas e melhorias que a empresa pode precisar nos próximos meses, mesmo que a execução aconteça de forma gradual. O quarto movimento é separar o dinheiro da operação do dinheiro destinado a investimentos , reforçando a gestão financeira e evitando que um projeto pontual comprometa o caixa do dia a dia. Criar um fundo de caixa para emergências e imprevistos é uma forma eficiente de evitar sustos ou tropeços na gestão do caixa. Por fim, o quinto movimento é avaliar as opções de financiamento disponíveis , considerando o BDMG Pronampe e as demais linhas de crédito voltadas para micro e pequenas empresas antes que a necessidade se torne urgente. Crédito pode ser parte do planejamento da sua empresa O crédito pode ser considerado antes mesmo de um problema de caixa aparecer. Essa é uma mudança de perspectiva importante para quem está se preparando para a transição tributária: em vez de tratar o financiamento como último recurso, é possível encará-lo como parte do planejamento financeiro da empresa desde o início. Utilizado de maneira planejada, o financiamento pode ajudar a preservar o capital próprio, manter o capital de giro, viabilizar investimentos, modernizar a empresa, ampliar sua capacidade e organizar o fluxo financeiro ao longo do tempo. Cada uma dessas finalidades pode combinar com uma linha diferente, dependendo do momento da empresa. Planejar o crédito antes da necessidade surgir costuma dar ao empreendedor mais clareza para escolher a linha, o prazo e o valor mais adequados à realidade do negócio, em vez de tomar essa decisão sob pressão, em um momento de urgência, quando as opções disponíveis tendem a ser mais limitadas. Por que avaliar o crédito com antecedência? Avaliar as opções de crédito com antecedência permite comparar alternativas com calma, sem a pressão de uma necessidade imediata. Esse tempo extra ajuda a preservar o caixa da empresa, facilita o planejamento das parcelas e possibilita organizar investimentos de forma mais estruturada, considerando o momento certo para cada etapa do negócio. Avaliar com antecedência também evita que decisões financeiras sejam tomadas apenas em situações emergenciais, quando as opções disponíveis costumam ser mais limitadas e o tempo para comparar alternativas é menor. Quanto mais previsível for a necessidade financeira da empresa, maior a possibilidade de planejar como e quando utilizar o crédito, escolhendo o momento mais adequado para cada etapa do negócio. Prepare sua empresa para 2026 com planejamento A reforma tributária representa uma mudança gradual na forma como os tributos sobre o consumo são estruturados no país. Para as micro e pequenas empresas, acompanhar essa transição é importante, mas olhar para dentro do negócio e entender como manter o caixa saudável, financiar investimentos e sustentar os próximos passos da operação também faz parte desse momento de preparação. Se a sua empresa já identificou uma necessidade de capital de giro ou investimento, vale avaliar as alternativas disponíveis e escolher uma solução compatível com o momento e o planejamento do negócio, em vez de deixar essa decisão para quando a urgência já estiver instalada. Conheça as condições de crédito BDMG para capital de giro e investimento . Produto sujeito à análise de crédito e enquadramento. Consulte as condições vigentes de cada linha diretamente com o BDMG antes da contratação.
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