Estratégia de crescimento para MPEs: como desenhar a estratégia ideal

Marcos Favero • 21 de setembro de 2023

Você já se perguntou por que algumas MPEs prosperam enquanto outras desaparecem rapidamente? Enquanto a resposta para essa diferenciação pode ser multifacetada, uma coisa é certa: a estratégia de crescimento desempenha um papel central. 


Mas o que exatamente envolve uma estratégia bem-sucedida? E como garantir que sua empresa não apenas sobreviva, mas prospere nesse ambiente altamente competitivo? 


Neste artigo, desvendaremos os segredos por trás das estratégias de crescimento eficazes para MPEs, oferecendo insights práticos e exemplos tangíveis para você moldar o futuro do seu negócio. Prepare-se para embarcar em uma jornada que pode muito bem ser o divisor de águas no sucesso da sua empresa.


O que é uma estratégia de crescimento?

Uma estratégia de crescimento refere-se ao plano de ação que uma empresa adota para alcançar níveis mais elevados de mercado, de receita ou de tamanho, em comparação ao seu estado atual. 


Em outras palavras, é o mapa conceitual que orienta uma organização em sua trajetória de expansão e fortalecimento, assegurando que ela alcance seus objetivos de longo prazo e mantenha sua relevância no mercado.


Agora, não pense que há uma única fórmula mágica aqui. Há diversas
abordagens e métodos para criar essa estratégia, mas todas se concentram em decisões cruciais. Primeiro, definir um objetivo de crescimento - pode ser diversificar produtos, expandir o mercado ou até mesmo aumentar sua fatia no bolo já existente. 


Em seguida, é essencial identificar oportunidades. Não podemos simplesmente adivinhar; é necessário uma análise aprofundada do mercado para encontrar lacunas ou demandas não satisfeitas.


Mas, espere, ainda não acabou. Temos que garantir que nossa estratégia esteja alinhada com o que temos em mãos, seja dinheiro, pessoas ou materiais. Afinal, o que é uma estratégia sem viabilidade? Não é nada além de um sonho distante. 


E, claro, não podemos esquecer dos riscos. Eles estão sempre à espreita e preparar-se para eles é a chave para manobrar pelos desafios inesperados.


Falando em desafios, as
Micro e Pequenas Empresas (MPEs) conhecem isso muito bem. Operando com recursos muitas vezes limitados e uma concorrência que não dá trégua, ter uma estratégia não é um luxo, é uma necessidade. 


Ela não só orienta cada passo que dão, mas também o que as diferencia, dando-lhes um propósito claro, direção e, acima de tudo, uma chance real de sucesso contínuo.


Para uma estratégia eficiente, é fundamental ter financiamento adequado. E é aqui que entra em cena o
crédito empresarial, assunto que desenvolveremos ao final deste artigo.


A importância de uma estratégia de crescimento para MPEs

No mundo empresarial frenético de inovações disruptivas, há uma escolha direta: adapte-se ou desapareça. O mantra não poderia ser mais direto: cresça ou seja deixado para trás. E enquanto muitos se debatem, algumas empresas emergem, desafiando e demonstrando que não só podem resistir, mas também florescer em meio ao caos.


Aqui entra a estratégia de crescimento, sendo para MPEs um verdadeiro salva-vidas. Essa estratégia serve como bússola para atingir objetivos como potencializar o faturamento e reforçar a marca. 


E, nesse cenário, não podemos deixar de enfatizar o suficiente a importância das equipes de Marketing e Vendas, sempre prontas para
enfrentar metas que, por mais audaciosas que sejam, não mudam sua essência. E se você ainda não possui equipes especializadas, é importante que deixe muito claro a sua estratégia comercial, limites e oportunidades, para que toda a equipe esteja atenta e alinhada para a melhor execução da estratégia.

pessoas realizando um planejamento

Mas, antes de se lançar nessa aventura, é essencial se autoquestionar:


- Você realmente entende quem são seus clientes?

- O seu processo de vendas está em sintonia com a jornada do consumidor?

- Consegue identificar os pontos fortes e o valor único do seu negócio?

- Seu negócio tem a mentalidade necessária para inovação?

- A internet está trabalhando a seu favor, elevando a marca e impulsionando vendas?


As respostas a essas perguntas vão te iluminar para essa jornada de crescimento. Se a resposta não for animadora, o relógio está correndo. A economia está sempre mudando, e uma
estratégia de crescimento não é mais uma opção, mas um imperativo. Em resumo, é adaptar-se ou ser deixado para trás. Escolha sabiamente e corra atrás de suas respostas!


Exemplos de estratégias de crescimento

No dinâmico mundo dos negócios, as estratégias de crescimento são a chave. Permitem que empresas, especialmente MPEs, moldem seus caminhos, adaptando-se às demandas do mercado. Cada negócio tem sua essência, mas algumas táticas se destacam por sua eficácia em variados setores. Vamos mergulhar em três delas:


Desenvolvimento de novos produtos ou serviços

  • O que é? Não é apenas sobre adicionar ao que já existe, mas sobre inovar, seja uma extensão do atual portfólio ou algo totalmente novo que atenda demandas emergentes.
  • Por quê? Ao lançar inovações, a empresa não só explora novos mercados, mas também se consolida nos existentes. E inovar frequentemente pode colocar qualquer negócio à frente da concorrência.

Reforço da presença online

  • O que é? Vai além de um site bonito. Estamos falando de e-commerce eficiente, redes sociais vibrantes e campanhas digitais impactantes.
  • Por quê? Vivemos online. Uma presença digital forte não só aumenta a visibilidade, mas também estreita laços com clientes, impulsionando vendas e construindo relações duradouras.


Aquisições de novos clientes

  • O que é? Mais que marketing e promoções, é entender e atender o consumidor, criando laços através de programas de fidelidade ou parcerias estratégicas.
  • Por quê? Sem clientes, não há negócio. Ampliar a clientela não só traz vendas, mas garante sustentabilidade e crescimento contínuo.


A importância de financiamento na promoção de uma estratégia de crescimento eficiente

Chegar ao topo do mundo empresarial exige mais do que apenas uma estratégia de crescimento sólida. Para colocar esses planos em prática, é fundamental ter acesso a recursos financeiros adequados. 


Mas de onde vem esse financiamento, especialmente para MPEs que, muitas vezes, encontram portas fechadas em instituições financeiras tradicionais?


Aqui entra o
BMDG, uma opção de crédito pensada justamente para micro e pequenas empresas. Com condições favoráveis e uma visão alinhada ao desenvolvimento sustentável dos negócios, o BMDG torna-se um aliado estratégico para aquelas empresas que têm a visão, o plano, mas precisam daquele empurrãozinho financeiro para alçar voos mais altos.


Em resumo, uma estratégia de crescimento, por mais robusta e bem planejada que seja, precisa do combustível adequado para funcionar. E o financiamento, especialmente de fontes confiáveis como o
BMDG, pode ser justamente o que sua MPE precisa para transformar planos ambiciosos em realidades tangíveis. 


Portanto, enquanto molda sua estratégia para o sucesso, não negligencie a importância do financiamento adequado e considere as opções disponíveis para garantir que sua jornada ao topo seja bem-sucedida e sustentável. 


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O que é empréstimo para empresa O empréstimo para empresa é uma operação de crédito contratada por pessoa jurídica, na qual a instituição financeira disponibiliza um valor e a empresa se compromete a devolvê-lo em parcelas, com taxa, prazo e encargos definidos em contrato. Na prática, o termo cobre modalidades bastante distintas entre si, e é essa distinção que costuma definir se a contratação vai funcionar ou pressionar o caixa. A pergunta que organiza a escolha é objetiva: para que o recurso será usado? A resposta define a finalidade , e a finalidade define qual linha faz sentido consultar. Um recurso destinado a cobrir despesas operacionais em um mês de faturamento menor tem uma lógica de prazo e carência diferente de um recurso destinado a comprar um equipamento que só começa a gerar retorno depois de instalado e em operação. Analisar apenas o valor liberado ou o tamanho da parcela deixa a decisão incompleta. Uma parcela aparentemente confortável pode estar associada a um prazo curto demais para o ciclo do negócio, ou a uma finalidade que não corresponde ao que a empresa realmente precisa fazer com o dinheiro. Antes de comparar propostas, vale identificar em qual das três lógicas a necessidade se encaixa. Empréstimo, financiamento e linha de crédito: o que muda na prática Os três termos circulam como sinônimos no dia a dia, mas descrevem coisas diferentes dentro de uma operação de crédito. Entender a distinção ajuda a ler condições com mais precisão e a conversar com a instituição financeira usando os mesmos critérios que ela usa para enquadrar a proposta. O empréstimo costuma ter uso mais flexível. Depois da liberação, o recurso pode ser direcionado a diferentes necessidades operacionais conforme as regras contratadas, como pagamento de fornecedores, compra de estoque, folha, tributos e despesas fixas. É a lógica das operações de capital de giro . O financiamento costuma estar vinculado a uma finalidade específica, normalmente ligada à aquisição de um bem ou à execução de um projeto: máquinas, equipamentos, veículos, mobiliário, reforma, ampliação ou modernização da estrutura. O prazo tende a ser maior, porque acompanha o tempo de retorno do investimento. Já a linha de crédito é o produto que a instituição financeira estrutura para um determinado público, com regras próprias de enquadramento . Uma mesma empresa pode ter acesso a mais de uma linha, e a escolha entre elas depende de faturamento anual, tempo de existência, setor de atuação, localização, histórico de relacionamento e finalidade pretendida. É por isso que a comparação útil não é entre bancos em abstrato, e sim entre linhas específicas, com as condições de cada uma na mesa. Quando usar capital de giro O capital de giro é a modalidade indicada quando o problema está no ciclo financeiro da operação, ou seja, no intervalo entre o momento em que a empresa paga e o momento em que recebe. Ele sustenta a rotina do negócio, desde a compra de insumos ou mercadorias até a entrada efetiva do dinheiro das vendas. Esse descasamento aparece em praticamente todos os setores. Uma loja compra estoque à vista e vende parcelado. Uma prestadora de serviços paga equipe, tributos e aluguel antes de receber dos clientes. Uma indústria compra matéria-prima agora e fatura apenas depois de produzir e entregar. Em todos esses casos, o recurso de giro cobre a distância entre a saída e a entrada. Há também o uso ligado a oportunidade comercial. Uma empresa que precisa formar estoque antes de uma data de maior movimento consegue negociar preço, prazo e volume com o fornecedor se tiver recurso disponível na hora certa. Quando espera a entrada de caixa para só então comprar, costuma perder as três coisas. O cuidado central é de horizonte. Capital de giro atravessa um período delimitado. Quando é usado repetidamente para cobrir uma operação que já perde rentabilidade de forma estrutural, ele posterga um problema que exige revisão de preços, custos, prazos de recebimento e inadimplência. Antes de contratar, vale mapear quanto entra, quanto sai, quais despesas são recorrentes e em quanto tempo o caixa se recompõe. Quando usar financiamento de investimento O financiamento faz mais sentido quando o recurso será aplicado em algo que amplia a capacidade da empresa e gera retorno ao longo do tempo. A lógica muda: o crédito deixa de cobrir uma diferença temporária de caixa e passa a viabilizar um projeto com resultado esperado. Uma indústria que adquire um equipamento novo pode aumentar produção, reduzir desperdício e atender mais pedidos. Um restaurante que moderniza a cozinha pode ganhar eficiência e ampliar capacidade de atendimento. Uma clínica que reforma o espaço pode oferecer novos serviços. Uma loja que amplia a estrutura pode reorganizar o fluxo de clientes e o potencial de venda. Nesses casos, o prazo de pagamento precisa acompanhar o tempo de retorno. Um equipamento que leva meses para entrar em regime pleno de operação não combina com uma operação de prazo curto. É aqui que a carência ganha peso prático: ela dá à empresa um intervalo antes do início da amortização, justamente o período em que o investimento ainda está sendo implantado. O cálculo também precisa considerar o projeto inteiro, e não apenas o item principal. Uma reforma envolve material, mão de obra, adequações elétricas, comunicação visual e dias de operação reduzida. Um equipamento pode exigir instalação, treinamento, manutenção e insumos adicionais. Financiar apenas o orçamento inicial costuma gerar necessidade de uma segunda operação no meio do caminho, em condições menos favoráveis. Quando considerar Pronampe O Pronampe é um programa de apoio ao crédito voltado a microempresas e empresas de pequeno porte. Ele não é uma modalidade em si, e sim um enquadramento: dentro dele existem linhas de capital de giro e linhas de investimento, com condições próprias em cada instituição operadora. Isso torna o Pronampe uma alternativa a ser comparada, e não uma resposta automática. Uma empresa que precisa equilibrar o caixa pode avaliar a modalidade de giro. Uma empresa que quer adquirir equipamento ou reformar pode avaliar a modalidade de investimento. Em ambos os casos, a decisão passa por taxa, Custo Efetivo Total (CET) , prazo, carência, limite e impacto da parcela no fluxo de caixa. Existe um requisito operacional que precisa ser resolvido antes da consulta. Em 2026, as empresas interessadas em contratar o Pronampe precisam compartilhar seus dados de faturamento com as instituições financeiras pelo portal e-CAC , da Receita Federal. Sem essa autorização, a proposta não avança. O compartilhamento é feito na área de serviços do portal, mediante autenticação com certificado digital ou conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Também há regras de manutenção de emprego previstas na legislação do programa. A empresa contratante deve preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação, no período compreendido entre a data da contratação e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela. Linhas de crédito do BDMG para micro e pequenas empresas O BDMG disponibiliza linhas de crédito para empresas mineiras com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, organizadas por porte, finalidade e enquadramento. A contratação é feita pelo BDMG Digital ou por meio de correspondentes bancários, sem necessidade de ser correntista nem de adquirir outros produtos. As condições a seguir são as vigentes na data de publicação e estão sujeitas a análise de crédito, enquadramento, disponibilidade de recursos e vigência do produto. BDMG Pronampe Capital de Giro 48 meses Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: aumentar o giro da operação, equilibrar o fluxo de caixa ou reorganizar dívidas. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 8,09% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência . O valor máximo é de R$ 500 mil, e o limite de contratação corresponde a 30% da receita bruta da empresa em 2025 , respeitado esse teto. Empresas com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com juros de Selic mais 5,50% ao ano e tarifa reduzida. BDMG Pronampe Investimento Linha voltada a projetos de investimento, com o mesmo público das linhas de giro do programa: micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. A finalidade cobre reforma ou ampliação do negócio, aquisição de veículos ou mobiliário e compra de equipamentos. A taxa é de Selic mais 6,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,53% ao ano . O prazo total é de 72 meses, já incluídos 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 500 mil. Na condição Fidelidade, a taxa é de Selic mais 5,50% ao ano, com CET a partir de Selic mais 6,85% ao ano. O prazo mais longo é o que diferencia essa linha da modalidade de giro dentro do mesmo programa. Para um projeto cujo retorno se distribui ao longo de anos, 72 meses com carência de 12 tendem a produzir uma parcela mais compatível com o caixa do que uma operação de prazo curto. BDMG PROCRED 360 Linha operada com recursos do BDMG no âmbito do Procred 360, programa voltado a microempreendedores individuais e microempresas. É destinada a microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e no mínimo 12 meses de existência anteriores à data de protocolo do pedido. A finalidade é capital de giro: reforço do giro, equilíbrio do fluxo de caixa ou reorganização de dívidas. A taxa é de Selic mais 5,00% ao ano, com CET a partir de Selic mais 7,14% ao ano . O prazo total é de 48 meses, já incluídos até 12 meses de carência , e o valor máximo é de R$ 108 mil. Há condição especial para clientes Fidelidade, com taxa e tarifa reduzidas, aplicável a empresas sem restrições cadastrais e com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG. Para a microempresa que fatura até R$ 360 mil ao ano, essa costuma ser a linha de giro de comparação mais direta, com taxa nominal inferior à das linhas de giro do Pronampe. BDMG Giro Linha de capital de giro destinada a microempresas, empresas de pequeno porte e cooperativas localizadas em Minas Gerais, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões. Diferentemente das linhas anteriores, ela não depende de enquadramento em programa federal, o que simplifica a etapa de habilitação. A taxa parte de 17,27% ao ano, equivalente a 1,34% ao mês, com CET a partir de 25,01% ao ano . O prazo é de 12, 24 ou 36 meses, com carência prevista em contrato conforme a condição vigente, e o valor máximo é de R$ 420 mil. A análise de crédito é realizada em até uma hora. Clientes com histórico de relacionamento anterior junto ao BDMG podem se enquadrar na condição Fidelidade, com taxa a partir de 17,10% ao ano e CET a partir de 24,77% ao ano. É uma alternativa a considerar quando a empresa precisa de giro e não se enquadra nos programas, quando os recursos dos programas não estão disponíveis no momento, ou quando o prazo mais curto é compatível com o ciclo do negócio. BDMG Fungetur Linha operada com recursos do Fungetur, com garantia do Pronampe, destinada a micro e pequenas empresas do setor de turismo com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e no mínimo 12 meses de existência. É pré-requisito que a empresa esteja registrada no Cadastur, o Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, cujo registro é gratuito. A taxa parte de INPC mais 5,00% ao ano, equivalente a INPC mais 0,41% ao mês, com CET a partir de INPC mais 8,37% ao ano . O prazo é de 48 meses, sem carência, e o valor máximo é de R$ 250 mil. O produto é isento de IOF. O enquadramento no Cadastur abrange meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de restaurantes, bares e similares, centros de convenções, casas de espetáculos e locadoras de veículos para turistas, atendidas as condições próprias de cadastro. Comparação das condições O quadro abaixo reúne as condições principais das linhas para facilitar a leitura lado a lado.
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