Crédito para inovação: veja como a Toro Investimentos conseguiu lançar um novo projeto de sucesso

Equipe BDMGEquipe BDMG - 30 de Novembro de 2018.

Se a tecnologia e a inovação estão mudando a forma como as pessoas vivem e consomem, no ramo das finanças isso tem ocorrido por meio das fintechs, que têm revolucionado a forma como pessoas e empresas se relacionam com finanças.

Mas você, empreendedor, sabe o que são fintechs?

A própria palavra fintech já entrega sua essência: é a junção das palavras financial (financeiro) e technology (tecnologia).

Fintechs são startups que possuem tecnologia em seu DNA e oferecem serviços financeiros com agilidade e eficiência por meio da internet.

Atualmente, os principais tipos de fintechs são:

  • Fintechs de controle financeiro

Para quem precisa manter as finanças em ordem, surgiram as fintechs de controle financeiro. Elas auxiliam o controle de despesas e permitem que o usuário crie categorias para seus gastos, por exemplo, agrupando gastos com restaurante ou com lazer, ajudando para que você tenha uma panorama completo de onde está utilizando o seu dinheiro. 

  • Fintechs de pagamento

As fintechs de pagamento surgiram para facilitar o dia a dia quando o assunto é a compra e venda de produtos ou serviços. Elas podem oferecer, por exemplo, novidades em cartões de crédito (pagamentos via aproximação do celular) ou máquinas de cartão (com conexão direta com sistemas e alimentação de banco de dados).

  • Fintechs de investimento

Para oferecer mais facilidade na hora de fazer o dinheiro render, surgiram as fintechs de investimentos. Elas proporcionam investimentos mais rentáveis e menos burocráticos via plataformas online conectadas a diferentes bases de dados, para cruzamento de referências e a possibilidade de criação de cenários de investimento simulados.

Neste catálogo, produzido pelo SEBRAE e a ABFINTECHS (Associação Brasileira de Fintechs), você pode conhecer mais alguns exemplos de fintechs existentes no mercado financeiro.

Crédito para inovação

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Apesar da variedade de produtos e serviços que essas fintechs podem oferecer e do destaque e números positivos que elas vêm obtendo no mercado, como qualquer empresa, as vezes falta fôlego financeiro para colocar novos planos e projetos em prática. Esse foi o principal desafio enfrentado pela Toro Investimentos, de acordo com João Resende, sócio fundador da fintech de investimentos localizada em Belo Horizonte/MG.

Para simplificar o mercado de ações e inovar, com foco no crescimento em seu segmento, eles desenvolveram uma plataforma digital — com um programa educacional gratuito, análise de investimentos e uma plataforma de negociações — para o cliente investir na Bolsa de Valores.

Na época, Resende conta que visitou praticamente todas as instituições financeiras e, ao avaliar a linha de crédito para inovação do BDMG, viu uma grande oportunidade.

“Marcamos uma reunião com o Banco para apresentar e fomos muito bem recepcionados. Sabia que nosso projeto era inovador e tinha um grande potencial de transformar o mercado de capitais brasileiro e, internamente, gerar muita renda e emprego." 

"E isso também foi enxergado pelo Banco, o que nos motivou a formalizar todo o projeto e posteriormente passar por todos os comitês (inovação, crédito etc.) e sermos aprovados.” Ele ainda confirma que essa linha de crédito cumpre sua finalidade: “Foi de extrema importância. Sem ela não conseguiríamos ter fôlego financeiro para lançar nosso projeto”.

Com esse reforço no caixa, a Toro Investimentos conseguiu:

  • Lançar sua plataforma digital: a Toro Radar;
  • Aprimorar os canais digitais da empresa;
  • Ampliar sua equipe e contratar cerca de 100 novos colaboradores para melhorar os resultados do negócio;
  • Aumentar significativamente a carteira de clientes.

Todas essas conquistas foram essenciais e possibilitaram a projeção de voos maiores para a expansão da Toro Investimentos. Em 2018, ela foi a primeira fintech a constituir sua própria corretora, facilitando por completo o processo de investimentos.

Além disso, com esse projeto, João conta que conseguiu atingir o objetivo de “ser a porta de entrada para a Bolsa de Valores para o investidor pessoa física, alcançando mais de 1 milhão de pessoas [...]”.

A partir desses resultados, Resende dá um conselho para os empreendedores que buscam um financiamento para continuar inovando: “Percebemos a importância de ter um bom planejamento (formalizado), além de um bom histórico financeiro e de crescimento na empresa para conseguir o crédito.”

Se a sua empresa precisa de apoio financeiro para seguir em frente e tornar realidade um projeto de inovação, conte com o BDMG. Clique aqui para acessar o nosso site e encontrar a forma de apoio mais adequada para a sua empresa.

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